África do Sul gravemente afectada como destino económico - Presidente

  • Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa
Pretória (da correspondente) - A África do Sul como país de destino económico foi gravemente afectada, não só para os investidores locais, como também externos.

A declaração foi feita esta sexta-feira pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, durante a sua visita a província do Kwazulu-Natal, litoral sul, destinada a avaliar os estragos resultantes dos distúrbios dos últimos dias.

Numa avaliação provisória dos danos sofridos em consequência dos acontecimentos da semana passada, o Chefe de Estado disse que "fomos realmente levados para trás no nosso caminho rumo a recuperação económica".

Admitindo que o executivo poderia ter feito melhor na gestão da sua resposta aos protestos, Cyril Ramaphosa explicou que "a questão principal na mente do ministro da Polícia e dos comandantes das Forças de Segurança era salvar vidas, para garantir que não nos tivéssemos metido numa situação que poderia ter resultado em mais desordem".

O Presidente reiterou que os eventos poderiam ter sido muito piores, lamentando que se tenha chegado àquele ponto. "Não é isto o que queremos para o nosso país ", rematou.

Disse que o governo vai reanalisar o que o país precisa de fazer para proteger a sua cidadania e elogiou algumas comunidades por se terem defendido a si mesmas e aos seus bens.

Por outro lado, Cyril Ramaphosa manifestou o seu desagrado quanto aqueles que foram para além dos limites da lei.

"Saudamos o facto de cidadãos comuns estarem a trabalhar em conjunto com as forças da lei, levantando-se não só para proteger os bens comuns, como para defender a nossa democracia, porque não há dúvida que se tratou de um assalto", frisou.

Acompanham o Presidente na sua visita a província do Kwazulu-Natal, vários membros do executivo, concretamente os ministros da Polícia, Defesa e Veteranos da Pátria, Justiça e Serviços Correccionais, Segurança do Estado, para além de governantes locais, nomeadamente o primeiro-ministro Sihle Zikalala.  

A declaração foi feita esta sexta-feira pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, durante a sua visita a província do Kwazulu-Natal, litoral sul, destinada a avaliar os estragos resultantes dos distúrbios dos últimos dias.

Numa avaliação provisória dos danos sofridos em consequência dos acontecimentos da semana passada, o Chefe de Estado disse que "fomos realmente levados para trás no nosso caminho rumo a recuperação económica".

Admitindo que o executivo poderia ter feito melhor na gestão da sua resposta aos protestos, Cyril Ramaphosa explicou que "a questão principal na mente do ministro da Polícia e dos comandantes das Forças de Segurança era salvar vidas, para garantir que não nos tivéssemos metido numa situação que poderia ter resultado em mais desordem".

O Presidente reiterou que os eventos poderiam ter sido muito piores, lamentando que se tenha chegado àquele ponto. "Não é isto o que queremos para o nosso país ", rematou.

Disse que o governo vai reanalisar o que o país precisa de fazer para proteger a sua cidadania e elogiou algumas comunidades por se terem defendido a si mesmas e aos seus bens.

Por outro lado, Cyril Ramaphosa manifestou o seu desagrado quanto aqueles que foram para além dos limites da lei.

"Saudamos o facto de cidadãos comuns estarem a trabalhar em conjunto com as forças da lei, levantando-se não só para proteger os bens comuns, como para defender a nossa democracia, porque não há dúvida que se tratou de um assalto", frisou.

Acompanham o Presidente na sua visita a província do Kwazulu-Natal, vários membros do executivo, concretamente os ministros da Polícia, Defesa e Veteranos da Pátria, Justiça e Serviços Correccionais, Segurança do Estado, para além de governantes locais, nomeadamente o primeiro-ministro Sihle Zikalala.