África do Sul: Presidente diz que a pandemia uniu o povo

  • Presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa
Pretória (Da Correspondente) - O Presidente da Africa do Sul, Cyril Ramaphosa, disse quinta-feira ao país, que a pandemia da Covid-19, ”aproximou o nosso povo, ao demonstrar a sua grande capacidade de cooperação, solidariedade e empenho compartilhado”.

O Chefe de Estado dirigia-se à Nação por ocasião da passagem de ano.

Segundo disse, “assumimos a responsabilidade de estar uns com os outros, doando o nosso tempo, energias e recursos, mostrando que, diante desta crise sem precedentes, os sul-africanos demonstraram o significado de ubuntu (uma qualidade ligada a compaixão, união, ao carinho entre uns e outros)”.

Cyril Ramaphosa recordou que “tivemos que trabalhar juntos, mobilizando os recursos da Nação em condições difíceis e num espaço de tempo muito curto, para apoiar famílias pobres, proteger empregos e manter os negócios a funcionar, num ano de incertezas, dor, preocupação e perdas”.

Acrescentou que muitas pessoas tiveram que fazer enormes sacrifícios, quase todos os cidadãos tiveram que passar algum tempo separados dos seus entes-queridos e a medida que o ano foi chegando ao fim, lamentou-se a perda de vários sul-africanos eminentes e pessoas de todas as classes sociais.

Em face das duas pandemias, Covid-19 e violência no género, os sul-africanos foram resolutos, determinados a superar esta doença e a acabar com a violência no seio das famílias.

O Presidente expressou a sua gratidão aos profissionais de saúde, aos assistentes sociais, aos educadores, às forças da ordem e a todos aqueles que tiveram que colocar as suas vidas em risco, para cuidar da grande maioria da população.

O mais alto mandatário referiu-se às interrupções causadas pela Covid-19, no aprendizado, em todos os níveis do ensino, áreas que considerou das mais desafiadoras.

A pandemia ameaçou o desenvolvimento educacional de toda uma geração de sul-africanos, afirmou, antecipando que “o próximo ano será difícil e exigirá o nosso maior esforço. É este espírito que nos conduzirá e permitirá prosperar”. 

O Chefe de Estado concluiu, desejando a todos um feliz e saudável ano de 2021.

O Chefe de Estado dirigia-se à Nação por ocasião da passagem de ano.

Segundo disse, “assumimos a responsabilidade de estar uns com os outros, doando o nosso tempo, energias e recursos, mostrando que, diante desta crise sem precedentes, os sul-africanos demonstraram o significado de ubuntu (uma qualidade ligada a compaixão, união, ao carinho entre uns e outros)”.

Cyril Ramaphosa recordou que “tivemos que trabalhar juntos, mobilizando os recursos da Nação em condições difíceis e num espaço de tempo muito curto, para apoiar famílias pobres, proteger empregos e manter os negócios a funcionar, num ano de incertezas, dor, preocupação e perdas”.

Acrescentou que muitas pessoas tiveram que fazer enormes sacrifícios, quase todos os cidadãos tiveram que passar algum tempo separados dos seus entes-queridos e a medida que o ano foi chegando ao fim, lamentou-se a perda de vários sul-africanos eminentes e pessoas de todas as classes sociais.

Em face das duas pandemias, Covid-19 e violência no género, os sul-africanos foram resolutos, determinados a superar esta doença e a acabar com a violência no seio das famílias.

O Presidente expressou a sua gratidão aos profissionais de saúde, aos assistentes sociais, aos educadores, às forças da ordem e a todos aqueles que tiveram que colocar as suas vidas em risco, para cuidar da grande maioria da população.

O mais alto mandatário referiu-se às interrupções causadas pela Covid-19, no aprendizado, em todos os níveis do ensino, áreas que considerou das mais desafiadoras.

A pandemia ameaçou o desenvolvimento educacional de toda uma geração de sul-africanos, afirmou, antecipando que “o próximo ano será difícil e exigirá o nosso maior esforço. É este espírito que nos conduzirá e permitirá prosperar”. 

O Chefe de Estado concluiu, desejando a todos um feliz e saudável ano de 2021.