África do Sul: Ramaphosa lamenta a morte do ex-Presidente da Zâmbia

  • Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa
Pretória (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu, esta sexta-feira, a morte do ex-Presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda, como uma "perda profunda e triste".

 

Numa extensa mensagem de condolências, o Chefe de Estado sul-africano diz ter sido com profunda consternação que tomou conhecimento do passamento físico do "campeão da luta pela liberdade".

Endereçou, em seu nome, do governo e do povo sul-africano, os sentimentos de pesar à família enlatada, ao executivo e ao “povo irmão da Zâmbia”.

“Kk”, como era carinhosamente conhecido Kenneth Kaunda, morreu esta quinta-feira num hospital militar em Lusaka (capital da Zâmbia), por doença, após ter sido internado na segunda-feira, salienta a mensagem Presidencial.

Falecido aos 97 anos, Kaunda foi considerado como o pai fundador da Nação zambiana, depois de se tornar o primeiro Presidente quando o país conquistou a sua independência em 1964, escreve o Estadista sul-africano.

"Estamos Unidos na nossa tristeza com a família Kaunda, o governo e povo da República da Zâmbia. O Presidente Kaunda dedicou os seus longos 97 anos à libertação e ao serviço do seu povo", salientou Cyril Ramaphosa.

"KK" apoiou igualmente os movimentos de libertação em toda a região austral, na busca da independência e liberdade, adiantou.

"Destemido e contra o Estado do Apartheid, Kenneth Kaunda ofereceu Lusaka como sede do Congresso Nacional Africano (ANC) no exílio. Sob a sua liderança, a Zâmbia proporcionou refúgio, cuidados e apoio aos combatentes da libertação que tinham sido forçados a fugir dos países do seu nascimento", afirmou.

Conforme disse Ramaphosa, Kaunda estava ao lado da África do Sul na altura da sua maior necessidade e era inabalável no desejo de alcançar a sua liberdade, recorda.

Foi em honra desta notável contribuição que o governo sul-africano conferiu ao Presidente Kaunda a medalha "Ordem dos Companheiros de Oliver Reginald Tambo, em 2002".

Recordou ainda que a Zâmbia pagou um preço elevado pelo seu apoio, ao sofrer uma desestabilização sistemática por parte do Estado do Apartheid.

 

Numa extensa mensagem de condolências, o Chefe de Estado sul-africano diz ter sido com profunda consternação que tomou conhecimento do passamento físico do "campeão da luta pela liberdade".

Endereçou, em seu nome, do governo e do povo sul-africano, os sentimentos de pesar à família enlatada, ao executivo e ao “povo irmão da Zâmbia”.

“Kk”, como era carinhosamente conhecido Kenneth Kaunda, morreu esta quinta-feira num hospital militar em Lusaka (capital da Zâmbia), por doença, após ter sido internado na segunda-feira, salienta a mensagem Presidencial.

Falecido aos 97 anos, Kaunda foi considerado como o pai fundador da Nação zambiana, depois de se tornar o primeiro Presidente quando o país conquistou a sua independência em 1964, escreve o Estadista sul-africano.

"Estamos Unidos na nossa tristeza com a família Kaunda, o governo e povo da República da Zâmbia. O Presidente Kaunda dedicou os seus longos 97 anos à libertação e ao serviço do seu povo", salientou Cyril Ramaphosa.

"KK" apoiou igualmente os movimentos de libertação em toda a região austral, na busca da independência e liberdade, adiantou.

"Destemido e contra o Estado do Apartheid, Kenneth Kaunda ofereceu Lusaka como sede do Congresso Nacional Africano (ANC) no exílio. Sob a sua liderança, a Zâmbia proporcionou refúgio, cuidados e apoio aos combatentes da libertação que tinham sido forçados a fugir dos países do seu nascimento", afirmou.

Conforme disse Ramaphosa, Kaunda estava ao lado da África do Sul na altura da sua maior necessidade e era inabalável no desejo de alcançar a sua liberdade, recorda.

Foi em honra desta notável contribuição que o governo sul-africano conferiu ao Presidente Kaunda a medalha "Ordem dos Companheiros de Oliver Reginald Tambo, em 2002".

Recordou ainda que a Zâmbia pagou um preço elevado pelo seu apoio, ao sofrer uma desestabilização sistemática por parte do Estado do Apartheid.