África do Sul: Serviços de Informação estão perto dos mandantes da violência - Ramaphosa

  • Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa (Foto arquivo)
Pretória (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse na tarde de hoje, sexta-feira, que os Serviços de Informação estão a aproximar-se dos responsáveis pela violência nas províncias de Kwazulu-Natal e Gauteng.

O Chefe de Estado sul-africano fez esta afirmação em Kwazulu-Natal, onde está a proceder a avaliação do impacto negativo da violência pública registada na semana finda nas duas localidade do país (Thekwini no Kwazulu-Nata).

Ramaphosa afirmou que os instigadores do caos que envolveu Gauteng e kwazulu-Natal não serão autorizados a espalhar a anarquia nem a instabilidade."Foram identificados pelos agentes de segurança 12 suspeitos da alegada insurreição", mas o trabalho prossegue.

As duas províncias sul-africanas, tidas como principais centros económicos do país, sofreram perdas de dezenas de biliões de Rand devido aos saques e destruição de infra-estruturas durante a violência pública.

Estima-se que mais de 117 pessoas perderam a vida no período de agitação, enquanto que acima de 1.409 cidadãos foram detidos. 

No início da semana, o Estadista destacou membros das Forças de Defesa Nacional em várias artérias para auxiliar os Serviços de Polícia e a Polícia metropolitana a restaurar a lei e a ordem naquelas regiões.

Ramaphosa admitiu, por outro lado, estar a lidar com uma situação muito difícil e que "como Governo, manifestamos a nossa extrema preocupação com o que aconteceu aqui. É perfeitamente claro que a agitação e os saques foram instigados", ressaltou.

"Houve pessoas que planearam e coordenaram esta situação. Os nossos serviços de inteligência e a nossa polícia têm agora uma linha de visão do que realmente ocorreu. Estamos no encalço dessas pessoas", rematou.

O Chefe de Estado sul-africano fez esta afirmação em Kwazulu-Natal, onde está a proceder a avaliação do impacto negativo da violência pública registada na semana finda nas duas localidade do país (Thekwini no Kwazulu-Nata).

Ramaphosa afirmou que os instigadores do caos que envolveu Gauteng e kwazulu-Natal não serão autorizados a espalhar a anarquia nem a instabilidade."Foram identificados pelos agentes de segurança 12 suspeitos da alegada insurreição", mas o trabalho prossegue.

As duas províncias sul-africanas, tidas como principais centros económicos do país, sofreram perdas de dezenas de biliões de Rand devido aos saques e destruição de infra-estruturas durante a violência pública.

Estima-se que mais de 117 pessoas perderam a vida no período de agitação, enquanto que acima de 1.409 cidadãos foram detidos. 

No início da semana, o Estadista destacou membros das Forças de Defesa Nacional em várias artérias para auxiliar os Serviços de Polícia e a Polícia metropolitana a restaurar a lei e a ordem naquelas regiões.

Ramaphosa admitiu, por outro lado, estar a lidar com uma situação muito difícil e que "como Governo, manifestamos a nossa extrema preocupação com o que aconteceu aqui. É perfeitamente claro que a agitação e os saques foram instigados", ressaltou.

"Houve pessoas que planearam e coordenaram esta situação. Os nossos serviços de inteligência e a nossa polícia têm agora uma linha de visão do que realmente ocorreu. Estamos no encalço dessas pessoas", rematou.