África do Sul solidariza-se com o povo palestino

Pretória (Da correspondente) - O Governo e povo da África do Sul juntar-se-ão à comunidade internacional para comemorar, neste domingo, 29 de Novembro de 2020, o 43º Dia Internacional de Solidariedade das Nações Unidas (ONU) para com  povo palestino, soube a Angop.

 

 

O dia foi determinado pela Resolução 32/40 B de 1977 da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), como recordou hoje o Departamento de Relações Internacionais e Cooperação (DIRCO) da África do Sul, em nota oficial.

 

O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino de 2020 representa mais uma oportunidade para o executivo sul-africano e a sociedade civil reflectirem sobre a situação crítica enfrentada por este povo irmão, "que tanto luta pela sua autodeterminação", sem interferência externa, a independência e soberania nacionais, lê-se na nota.

 

Negar aos palestinos os seus direitos mais básicos, deveria ser uma afronta a consciência do mundo, razão pela qual o governo sul-africano reafirma a sua solidariedade inabalável e reitera o seu apoio contínuo aos esforços voltados ao estabelecimento de um estado palestino viável e contíguo, coexistindo lado a lado e em paz com Israel, diz ainda a fonte.

 

O Departamento de Relações Internacionais sublinha que a África do Sul apoia a convocação de uma Conferência Internacional de Paz e um mecanismo multilateral para ajudar as partes nas negociações, dentro de um prazo específico para atingir a paz justa e duradoura, baseada nos parâmetros internacionais.

 

A ONU foi criada em 1945 com o objectivo expresso de reduzir ou eliminar conflitos em todo o mundo. O conflito palestino começou com a fundação de Israel em 1948 e tem sido um dos mais duradouros e intratáveis choques, com o qual as Nações Unidas já tiveram que lidar.

 

Em 2019, quando o mundo se reuniu para comemorar esta data, ninguém imaginava que o globo seria assolado por um inimigo comum - a pandemia da Covid- 19, que, como sabemos, não faz distinção entre povos, países, religiões, nem reconhece guerras, acrescenta o documento do DIRCO.

 

“A Covid- 19 não cumpre acordos e nem resoluções, obrigando o mundo a perceber a importância primordial dos princípios de cooperação, abertura, boa fé e a necessidade genuína de proteger”, acrescenta a instituição sul-africana.

 

Estamos lembrados dos valores fundadores da Nações Unidas, reflectidos no Debate Geral da 75ª Sessão da Assembleia Geral, que engloba, entre outros, “a importância da paz, justiça, igualdade e dignidade para todos e salvar gerações sucessivas do flagelo da guerra”.

 

No entanto, escreve o Departamento que responde pelas relações entre os povos, que “muito pouco mudou para os palestinos que, nas últimas  sete décadas, foram submetidos a inúmeras injustiças, ciclo continuo de destruição, prisões, deslocamentos, expropriações, a dor, o exílio, ocupação territorial, enquanto defendem a sua história, pátria e os seus locais mais sagrados”.

 

 

O dia foi determinado pela Resolução 32/40 B de 1977 da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), como recordou hoje o Departamento de Relações Internacionais e Cooperação (DIRCO) da África do Sul, em nota oficial.

 

O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino de 2020 representa mais uma oportunidade para o executivo sul-africano e a sociedade civil reflectirem sobre a situação crítica enfrentada por este povo irmão, "que tanto luta pela sua autodeterminação", sem interferência externa, a independência e soberania nacionais, lê-se na nota.

 

Negar aos palestinos os seus direitos mais básicos, deveria ser uma afronta a consciência do mundo, razão pela qual o governo sul-africano reafirma a sua solidariedade inabalável e reitera o seu apoio contínuo aos esforços voltados ao estabelecimento de um estado palestino viável e contíguo, coexistindo lado a lado e em paz com Israel, diz ainda a fonte.

 

O Departamento de Relações Internacionais sublinha que a África do Sul apoia a convocação de uma Conferência Internacional de Paz e um mecanismo multilateral para ajudar as partes nas negociações, dentro de um prazo específico para atingir a paz justa e duradoura, baseada nos parâmetros internacionais.

 

A ONU foi criada em 1945 com o objectivo expresso de reduzir ou eliminar conflitos em todo o mundo. O conflito palestino começou com a fundação de Israel em 1948 e tem sido um dos mais duradouros e intratáveis choques, com o qual as Nações Unidas já tiveram que lidar.

 

Em 2019, quando o mundo se reuniu para comemorar esta data, ninguém imaginava que o globo seria assolado por um inimigo comum - a pandemia da Covid- 19, que, como sabemos, não faz distinção entre povos, países, religiões, nem reconhece guerras, acrescenta o documento do DIRCO.

 

“A Covid- 19 não cumpre acordos e nem resoluções, obrigando o mundo a perceber a importância primordial dos princípios de cooperação, abertura, boa fé e a necessidade genuína de proteger”, acrescenta a instituição sul-africana.

 

Estamos lembrados dos valores fundadores da Nações Unidas, reflectidos no Debate Geral da 75ª Sessão da Assembleia Geral, que engloba, entre outros, “a importância da paz, justiça, igualdade e dignidade para todos e salvar gerações sucessivas do flagelo da guerra”.

 

No entanto, escreve o Departamento que responde pelas relações entre os povos, que “muito pouco mudou para os palestinos que, nas últimas  sete décadas, foram submetidos a inúmeras injustiças, ciclo continuo de destruição, prisões, deslocamentos, expropriações, a dor, o exílio, ocupação territorial, enquanto defendem a sua história, pátria e os seus locais mais sagrados”.