África do Sul: Tuberculose principal cause de mortes – relatório

Pretória (Da correspondente) – A tuberculose continuou a ser a principal causa de mortes na África do Sul entre 2016 e 2018, segundo um Relatório do Departamento de Estatísticas da África do Sul (Stars SA- na sigla em inglês).

Intitulado "Mortalidade e causas de morte na África do Sul: Notificações de 2018", o documento a que a Angop teve acesso hoje, em Pretória, refere que depois da tuberculose, a Diabetes Mellitus ocupou o segundo lugar nas causas de morte.

O Stars SA dá informações sobre níveis, tendências e padrões de mortalidade e estatísticas de causas de morte por características socio-demogràficas e geográficas.

O documento ressalta, a este propósito, que os indicadores de mortalidade e das causas de mortes descritos são críticos.

"O foco principal é nas ocorrências de morte em 2018, num total de 454.014; no entanto a informação sobre as mortes ocorridas durante o período 1997 a 2017 são incluídas a fim de mostrar tendências na mortalidade; causas não naturais de morte, padrões, bem como os motivos subjacentes", lê-se no relatório.

No que diz respeito ao sexo, entre 1997 e 2018, houve mais mortes masculinas do que femininas dos 0 aos 65-69 anos de idade. Do lado feminino, as fatalidades excederam os 70 anos de idade.

"De acordo com o peso global das doenças, duas das cinco principais causas de morte subjacente para os homens eram as doenças transmissíveis (Tuberculose responsável por 7,2% das mortes) e o Vírus da Imunodeficiência Humana - VIH com 4,6%.

O declínio mais significativo de mortes entre as mulheres em 2018 foi a Tuberculose com (5,2% em 2016 para 4,8% em 2018).

Neste último ano, os grupos etários mais afectados por causas de morte não naturais foi dos 20-24 anos e 15-19, representando 49,2% e 42,5% respectivamente, indicam as Estatísticas do país.

Intitulado "Mortalidade e causas de morte na África do Sul: Notificações de 2018", o documento a que a Angop teve acesso hoje, em Pretória, refere que depois da tuberculose, a Diabetes Mellitus ocupou o segundo lugar nas causas de morte.

O Stars SA dá informações sobre níveis, tendências e padrões de mortalidade e estatísticas de causas de morte por características socio-demogràficas e geográficas.

O documento ressalta, a este propósito, que os indicadores de mortalidade e das causas de mortes descritos são críticos.

"O foco principal é nas ocorrências de morte em 2018, num total de 454.014; no entanto a informação sobre as mortes ocorridas durante o período 1997 a 2017 são incluídas a fim de mostrar tendências na mortalidade; causas não naturais de morte, padrões, bem como os motivos subjacentes", lê-se no relatório.

No que diz respeito ao sexo, entre 1997 e 2018, houve mais mortes masculinas do que femininas dos 0 aos 65-69 anos de idade. Do lado feminino, as fatalidades excederam os 70 anos de idade.

"De acordo com o peso global das doenças, duas das cinco principais causas de morte subjacente para os homens eram as doenças transmissíveis (Tuberculose responsável por 7,2% das mortes) e o Vírus da Imunodeficiência Humana - VIH com 4,6%.

O declínio mais significativo de mortes entre as mulheres em 2018 foi a Tuberculose com (5,2% em 2016 para 4,8% em 2018).

Neste último ano, os grupos etários mais afectados por causas de morte não naturais foi dos 20-24 anos e 15-19, representando 49,2% e 42,5% respectivamente, indicam as Estatísticas do país.