Argélia e África do Sul defendem resolução da crise líbia pelos próprios líbios

Tripoli - A Argélia e a África do Sul apelaram ao Comité de alto nível da União Africana (UA) sobre a Líbia para intensificar a sua presença a fim de que o processo de resolução política da crise na Líbia esteja nas mãos dos líbios.

O apelo foi lançado em Pretória (África do Sul) durante um encontro entre o ministro argelino dos Negócios Estrangeiros, Sabri Boukadoum, e a ministra sul-africana das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

O pano do fundo deste encontro foram os últimos desenvolvimentos na Líbia, incluindo o processo político liderado pelas Nações Unidas, de acordo com uma declaração emitida por ocasião de uma visita de trabalho do chefe diplomático argelino à África do Sul, relatada nesta quarta-feira pela agência de notícias líbia (LANA) .

Os dois países sublinharam a necessidade de a UA, através do Comité de Alto Nível sobre a Líbia, intensificar o seu envolvimento a fim de que o processo político líbio seja conduzido pelos próprios líbios para preservar a unidade e integridade do país e pôr fim à interferência estrangeira, acrescentou a fonte.

Além disso, os dois ministros partilharam opiniões sobre questões relacionadas com a paz e a segurança no continente africano, em particular, a situação na Líbia, no Mali e no Sahara Ocidental.

A 23 de Outubro último, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, saudou o acordo de cessar-fogo na Líbia, descrevendo-o como sendo "um passo importante para o silenciamento de armas em África".

Ramaphosa felicitou, nessa ocasião, todos os signatários por terem aceitado este acordo de cessar-fogo permanente.

O Presidente sul-africano afirmou numa declaração que o acordo em apreço, a sua implementação e o seu acompanhamento foram um primeiro passo crucial na criação de condições favoráveis a uma paz sustentável na Líbia.

O apelo foi lançado em Pretória (África do Sul) durante um encontro entre o ministro argelino dos Negócios Estrangeiros, Sabri Boukadoum, e a ministra sul-africana das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

O pano do fundo deste encontro foram os últimos desenvolvimentos na Líbia, incluindo o processo político liderado pelas Nações Unidas, de acordo com uma declaração emitida por ocasião de uma visita de trabalho do chefe diplomático argelino à África do Sul, relatada nesta quarta-feira pela agência de notícias líbia (LANA) .

Os dois países sublinharam a necessidade de a UA, através do Comité de Alto Nível sobre a Líbia, intensificar o seu envolvimento a fim de que o processo político líbio seja conduzido pelos próprios líbios para preservar a unidade e integridade do país e pôr fim à interferência estrangeira, acrescentou a fonte.

Além disso, os dois ministros partilharam opiniões sobre questões relacionadas com a paz e a segurança no continente africano, em particular, a situação na Líbia, no Mali e no Sahara Ocidental.

A 23 de Outubro último, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, saudou o acordo de cessar-fogo na Líbia, descrevendo-o como sendo "um passo importante para o silenciamento de armas em África".

Ramaphosa felicitou, nessa ocasião, todos os signatários por terem aceitado este acordo de cessar-fogo permanente.

O Presidente sul-africano afirmou numa declaração que o acordo em apreço, a sua implementação e o seu acompanhamento foram um primeiro passo crucial na criação de condições favoráveis a uma paz sustentável na Líbia.