Ataque terrorista contra aldeias em Mopti mata 4 civis e destrói celeiros

  • Bandeira do Mali
Bamako - Pelo menos quatro civis foram mortos num ataque perpetrado por um alegado grupo terrorista contra duas aldeias da cidade de Bankass, na região de Mopti, no centro do Mali, disseram hoje fontes locais à agência EFE.

O ataque ocorreu na quarta-feira nas aldeias vizinhas de Bagourou e Yabatalou, localizadas a nove quilómetros de Bankass, onde existe uma base das Forças Armadas do Mali.

As mesmas fontes adiantaram que os assaltantes levaram gado e atearam fogo a vários celeiros nas duas aldeias, povoadas pela comunidade "Dogon" e lamentaram que a ajuda tenha chegado depois de os atacantes terem escapado.

Entretanto, vários vídeos estão a circular nas redes sociais malianas a mostrar imagens de celeiros a ser devastados pelas chamas.

Até agora nenhum grupo terrorista reivindicou a responsabilidade pelo ataque, e vários observadores comparam o "modus operandi" destes agressores com o dos seguidores do jihadista étnico "Peul" Amadou Koufa.

Grandes áreas do Mali no centro e norte do país estão fora do controlo do Estado, nas quais ocorrem frequentes confrontos étnicos ou ataques de grupos terroristas.

Portugal tem actualmente dois militares empenhados na missão da ONU no Mali (Minusma) e outros 17 militares no âmbito de uma missão da União Europeia (EUTM).

O ataque ocorreu na quarta-feira nas aldeias vizinhas de Bagourou e Yabatalou, localizadas a nove quilómetros de Bankass, onde existe uma base das Forças Armadas do Mali.

As mesmas fontes adiantaram que os assaltantes levaram gado e atearam fogo a vários celeiros nas duas aldeias, povoadas pela comunidade "Dogon" e lamentaram que a ajuda tenha chegado depois de os atacantes terem escapado.

Entretanto, vários vídeos estão a circular nas redes sociais malianas a mostrar imagens de celeiros a ser devastados pelas chamas.

Até agora nenhum grupo terrorista reivindicou a responsabilidade pelo ataque, e vários observadores comparam o "modus operandi" destes agressores com o dos seguidores do jihadista étnico "Peul" Amadou Koufa.

Grandes áreas do Mali no centro e norte do país estão fora do controlo do Estado, nas quais ocorrem frequentes confrontos étnicos ou ataques de grupos terroristas.

Portugal tem actualmente dois militares empenhados na missão da ONU no Mali (Minusma) e outros 17 militares no âmbito de uma missão da União Europeia (EUTM).