Cabo Verde mantém-se na lista dos países mais seguros para turistas

Praia - Cabo Verde voltou a ser colocado no lote de pouco mais de uma dezena de Estados com "um nível insignificante de riscos para os viajantes", sendo, por isso, considerado como um dos países mais seguros para serem visitados por turistas em 2021, segundo SOS, uma empresa internacional de serviços médicos e de segurança.

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  • A International SOS é uma empresa privada que trabalha com organizações internacionais, grandes empresas multinacionais, governos e Organizações Não-Governamentais, contando com quase três dezenas de centros de apoio a turistas, que servem 90 países.

A empresa elabora todos os anos um mapa que mostra onde turistas estão mais propensos a enfrentar riscos de segurança, como ameaças de violência política, agitação social, crimes violentos, tendo este ano sido apontados os impactos da pandemia da covid-19.

O apoio médico aos turistas é uma das valências da empresa, que emprega 10 mil  trabalhadores em todo o mundo, dos quais mil 400 médicos e 200 especialistas em segurança.

Segundo um mapa sobre os riscos das viagens divulgado esta semana pela SOS, Cabo Verde está entre países como Groelândia, Suíça, Eslovénia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, e entre outras ilhas, como Anguila, Tusk e Caicos, com um nível mais reduzido de risco para a segurança das viagens de turistas.

Em sentido contrário, os cinco países mais perigosos no mundo para turistas são Líbia, Síria, Afeganistão, Iraque e República Centroafricana, concluiu ainda aquela empresa, cujas sedes estão em Londres (Inglaterra), e na Singapura, e que anualmente refere receber cinco milhões de chamadas de pedidos de assistência de turistas.

Relativamente à covid-19, o mapa mostra que a Nova Zelândia, a Tanzânia e a Nicarágua estão no topo da lista dos países com um impacto muito reduzido da doença, enquanto, no extremo aposto, com um impacto elevado da pandemia, estão países como a Rússia, a Ucrânia, a Áustria e a Jordânia.

No caso de Cabo Verde, que, em 2019, bateu o recorde de quase 820 mil turistas recebidos, e o Governo tinha traçado uma meta de atingir um milhão de turistas anuais até 2021.

O país vive este ano uma crise económica provocada pela pandemia da covid-19, com o sector do turismo, responsável por 25 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), parado desde Março último, com perdas que podem chegar aos 70 por cento.

Para o ano de 2021, o Governo prevê o aumento do número de turistas, entre 22 por cento a 35 por cento, dependendo do quadro epidemiológico, quer no país, quer no mundo.

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  • A International SOS é uma empresa privada que trabalha com organizações internacionais, grandes empresas multinacionais, governos e Organizações Não-Governamentais, contando com quase três dezenas de centros de apoio a turistas, que servem 90 países.

A empresa elabora todos os anos um mapa que mostra onde turistas estão mais propensos a enfrentar riscos de segurança, como ameaças de violência política, agitação social, crimes violentos, tendo este ano sido apontados os impactos da pandemia da covid-19.

O apoio médico aos turistas é uma das valências da empresa, que emprega 10 mil  trabalhadores em todo o mundo, dos quais mil 400 médicos e 200 especialistas em segurança.

Segundo um mapa sobre os riscos das viagens divulgado esta semana pela SOS, Cabo Verde está entre países como Groelândia, Suíça, Eslovénia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, e entre outras ilhas, como Anguila, Tusk e Caicos, com um nível mais reduzido de risco para a segurança das viagens de turistas.

Em sentido contrário, os cinco países mais perigosos no mundo para turistas são Líbia, Síria, Afeganistão, Iraque e República Centroafricana, concluiu ainda aquela empresa, cujas sedes estão em Londres (Inglaterra), e na Singapura, e que anualmente refere receber cinco milhões de chamadas de pedidos de assistência de turistas.

Relativamente à covid-19, o mapa mostra que a Nova Zelândia, a Tanzânia e a Nicarágua estão no topo da lista dos países com um impacto muito reduzido da doença, enquanto, no extremo aposto, com um impacto elevado da pandemia, estão países como a Rússia, a Ucrânia, a Áustria e a Jordânia.

No caso de Cabo Verde, que, em 2019, bateu o recorde de quase 820 mil turistas recebidos, e o Governo tinha traçado uma meta de atingir um milhão de turistas anuais até 2021.

O país vive este ano uma crise económica provocada pela pandemia da covid-19, com o sector do turismo, responsável por 25 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), parado desde Março último, com perdas que podem chegar aos 70 por cento.

Para o ano de 2021, o Governo prevê o aumento do número de turistas, entre 22 por cento a 35 por cento, dependendo do quadro epidemiológico, quer no país, quer no mundo.