Congo anuncia princípio de acordo de reestruturação da dívida à China

Brazzaville - A República do Congo anunciou hoje, 21, que alcançou um princípio de acordo para a reestruturação da dívida à China, o que deverá permitir ao Fundo Monetário Internacional (FMI) retomar a ajuda financeira.

O Presidente da China, Xi Jinping, deu o acordo de princípio à reestruturação dos 2,4 mil milhões de dólares, cerca de 1,6 mil milhões de euros, que o Congo deve ao gigante asiático, de acordo com a agência France-Presse.

"A dívida é um obstáculo à continuação das relações com o FMI dentro do enquadramento do programa de ajuda financeira que foi concluído em Julho de 2019", disse o ministro das Finanças do Congo, Rigobert Roger Andely.

O FMI tinha aprovado em 2019 um programa de ajuda financeira no valor de 449 milhões de dólares, mas não pode fazer desembolsos para países cuja dívida seja considerada insustentável, o que é o caso do Congo, cujo rácio da dívida sobre o Produto Interno Bruto (PIB) está nos 110%.

Até agora, o Fundo desembolsou apenas 45 milhões de dólares, o que poderá agora ser resolvido caso o acordo de princípio hoje anunciado redunde numa reestruturação da dívida que permita mais margem orçamental ao país africano.

O acordo de princípio foi alcançado durante uma conversa telefónica entre os dois presidentes, disse o chefe de Estado africano, Denis Sassou Nguesso, acrescentando que durante a conversa explicou que desde o último acordo de reestruturação, em 2019, a dívida tornou-se insustentável por causa do choque causado pela pandemia de covid-19.

Além dos 2,4 mil milhões de dólares devidos à China, a República do Congo deve também 1,7 mil milhões de dólares, cerca de 1,4 mil milhões de euros, aos corretores petrolíferos Trafigura e Glencore, da Suíça, havendo um acordo de reestruturação da dívida com a Trafigura.

O Presidente da China, Xi Jinping, deu o acordo de princípio à reestruturação dos 2,4 mil milhões de dólares, cerca de 1,6 mil milhões de euros, que o Congo deve ao gigante asiático, de acordo com a agência France-Presse.

"A dívida é um obstáculo à continuação das relações com o FMI dentro do enquadramento do programa de ajuda financeira que foi concluído em Julho de 2019", disse o ministro das Finanças do Congo, Rigobert Roger Andely.

O FMI tinha aprovado em 2019 um programa de ajuda financeira no valor de 449 milhões de dólares, mas não pode fazer desembolsos para países cuja dívida seja considerada insustentável, o que é o caso do Congo, cujo rácio da dívida sobre o Produto Interno Bruto (PIB) está nos 110%.

Até agora, o Fundo desembolsou apenas 45 milhões de dólares, o que poderá agora ser resolvido caso o acordo de princípio hoje anunciado redunde numa reestruturação da dívida que permita mais margem orçamental ao país africano.

O acordo de princípio foi alcançado durante uma conversa telefónica entre os dois presidentes, disse o chefe de Estado africano, Denis Sassou Nguesso, acrescentando que durante a conversa explicou que desde o último acordo de reestruturação, em 2019, a dívida tornou-se insustentável por causa do choque causado pela pandemia de covid-19.

Além dos 2,4 mil milhões de dólares devidos à China, a República do Congo deve também 1,7 mil milhões de dólares, cerca de 1,4 mil milhões de euros, aos corretores petrolíferos Trafigura e Glencore, da Suíça, havendo um acordo de reestruturação da dívida com a Trafigura.