Contas do ex-PR Mutharika vão continuar congeladas - tribunal do Malawi

Blantyre - O Tribunal Supremo do Malawi rejeitou um pedido do ex-presidente Peter Mutharika para poder recuperar o acesso às suas contas bancárias, que se encontram congeladas desde Agosto passado, noticiou hoje a imprensa.

Em Agosto passado, o Bureau Anti-Corrupção (ACB) congelou as contas pessoais do antigo líder do Malawi e da sua esposa, Gertrude, na sequência de uma investigação para descobrir o seu papel num escândalo de comercialização de cimento orçado em cinco mil milhões de kwacha (6,6 milhões de dólares).

Segundo o jornal local Nyasa Times, o gabinete anti-corrupção justificou a decisão de congelamento das contas com o facto de que o número de identificação fiscal de Peter Mutharika terá sido utilizado para importar cimento com isenção de impostos entre 2018 e 2019.

Por intermédio dos seus advogados, o presidente do Malawi de Maio de 2014 a Junho de 2020 havia emitido um pedido ao Tribunal Supremo para anular a ordem de restrição a fim de voltar a  aceder às suas contas no Banco Nacional do Malawi e no Standard Bank, o que foi rejeitado.

Peter Mutharika apresentou-se como presidente contra a corrupção aquando da sua reeleição em 2019, mas antigo advogado de 80 anos viu-se posteriormente envolvido em vários casos de suborno.

Em Agosto passado, o Bureau Anti-Corrupção (ACB) congelou as contas pessoais do antigo líder do Malawi e da sua esposa, Gertrude, na sequência de uma investigação para descobrir o seu papel num escândalo de comercialização de cimento orçado em cinco mil milhões de kwacha (6,6 milhões de dólares).

Segundo o jornal local Nyasa Times, o gabinete anti-corrupção justificou a decisão de congelamento das contas com o facto de que o número de identificação fiscal de Peter Mutharika terá sido utilizado para importar cimento com isenção de impostos entre 2018 e 2019.

Por intermédio dos seus advogados, o presidente do Malawi de Maio de 2014 a Junho de 2020 havia emitido um pedido ao Tribunal Supremo para anular a ordem de restrição a fim de voltar a  aceder às suas contas no Banco Nacional do Malawi e no Standard Bank, o que foi rejeitado.

Peter Mutharika apresentou-se como presidente contra a corrupção aquando da sua reeleição em 2019, mas antigo advogado de 80 anos viu-se posteriormente envolvido em vários casos de suborno.