Covid-19: África do Sul doa vacinas a União Africana

  • Vacina contra à Covid-19
Pretória (Da correspondente) – O governo da África do Sul doou a União Africana as doses da vacina AstraZeneca que o país adquiriu do Serum Institute da Índia, soube a Angop em Pretória.

 

 

A informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo ministro da Saúde, Zweli Mkhize.  

 

Segundo a fonte, a África do Sul pediu ao Serum Institute da Índia para retirar um milhão de doses da referida vacina que chegaram ao país no início deste mês, depois que um estudo mostrou que as mesmas tinham limitada eficácia em pacientes leves e moderados infectados com a segunda variante da Covid-19.

 

O ministro desmentiu rumores de que a as vacinas haviam sido devolvidas à procedência.

 

“As doses da AstraZeneca que comprámos foram oferecidas a plataforma da União Africana da qual fazemos parte e a UA vai distribuir aos países que já manifestaram interesse em adquirir estas vacinas”, esclareceu Mkhize.

 

O governante acrescentou que as vacinas AstraZeneca não expiraram e que o prazo de validade de 31 de Abril foi estabelecido nos processos de controle de qualidade. “Apenas foi criada uma impressão errada”, disse.

 

“Em relação ao papel futuro da AstraZeneca - e de todas as vacinas - continuamos a ser orientados pelo Comitê Consultivo Ministerial e especialistas e mantemo-nos comprometidos com uma abordagem que é liderada pela ciência e é racional na sua implementação” sublinhou.

 

 

A informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo ministro da Saúde, Zweli Mkhize.  

 

Segundo a fonte, a África do Sul pediu ao Serum Institute da Índia para retirar um milhão de doses da referida vacina que chegaram ao país no início deste mês, depois que um estudo mostrou que as mesmas tinham limitada eficácia em pacientes leves e moderados infectados com a segunda variante da Covid-19.

 

O ministro desmentiu rumores de que a as vacinas haviam sido devolvidas à procedência.

 

“As doses da AstraZeneca que comprámos foram oferecidas a plataforma da União Africana da qual fazemos parte e a UA vai distribuir aos países que já manifestaram interesse em adquirir estas vacinas”, esclareceu Mkhize.

 

O governante acrescentou que as vacinas AstraZeneca não expiraram e que o prazo de validade de 31 de Abril foi estabelecido nos processos de controle de qualidade. “Apenas foi criada uma impressão errada”, disse.

 

“Em relação ao papel futuro da AstraZeneca - e de todas as vacinas - continuamos a ser orientados pelo Comitê Consultivo Ministerial e especialistas e mantemo-nos comprometidos com uma abordagem que é liderada pela ciência e é racional na sua implementação” sublinhou.