Covid-19: África do Sul sobe confinamento para Nível 3

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Pretória (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, anunciou, na noite de terça-feira, a tomada de novas medidas do estado de desastre e reforço do confinamento, colocando o país no Nível 3 de Alerta.

 

Ramaphosa ordenou ao país uma regulamentação mais rigorosa de confinamento, como medida governamental para enfrentar a terceira vaga da Covid-19.

As medidas que entraram em vigor à meia-noite de terça-feira resultaram de mais uma reunião entre o Conselho do Comando Nacional para o Coronavírus, o Conselho Coordenador do Presidente e o Governo.

Falando ao país através da televisão nacional, o Estadista justificou a tomada destas medidas "para conter esta nova vaga de infecções, já que os dados do país mostram uma crise acentuada, com as admissões hospitalares em alta e os hospitais privados quase no limite das suas capacidades".

A África do Sul regista uma média de 7.500 infecções/dia, com a província de Gauteng (Sede do Executivo e onde se situa a capital administrativa do país - Pretória), a liderar o ressurgimento, sendo responsável por mais de dois terços dos novos casos durante a última semana, disse.

 

"Temos de agir de forma decisiva e rápida para salvar vidas. E para isso, temos que regressar ao básico", sublinhou Ramaphosa.

O Presidente voltou a ordenar o encerramento dos estabelecimentos não essenciais como restaurantes, bares e centros de ginástica, às 21:00 horas.

Ordenou também que o número de pessoas nos funerais e cremações seja reduzido a 50 pessoas, e reafirmou que estão proibidas todas as vigílias e reuniões pós-funerais.

 

Ramaphosa ordenou ao país uma regulamentação mais rigorosa de confinamento, como medida governamental para enfrentar a terceira vaga da Covid-19.

As medidas que entraram em vigor à meia-noite de terça-feira resultaram de mais uma reunião entre o Conselho do Comando Nacional para o Coronavírus, o Conselho Coordenador do Presidente e o Governo.

Falando ao país através da televisão nacional, o Estadista justificou a tomada destas medidas "para conter esta nova vaga de infecções, já que os dados do país mostram uma crise acentuada, com as admissões hospitalares em alta e os hospitais privados quase no limite das suas capacidades".

A África do Sul regista uma média de 7.500 infecções/dia, com a província de Gauteng (Sede do Executivo e onde se situa a capital administrativa do país - Pretória), a liderar o ressurgimento, sendo responsável por mais de dois terços dos novos casos durante a última semana, disse.

 

"Temos de agir de forma decisiva e rápida para salvar vidas. E para isso, temos que regressar ao básico", sublinhou Ramaphosa.

O Presidente voltou a ordenar o encerramento dos estabelecimentos não essenciais como restaurantes, bares e centros de ginástica, às 21:00 horas.

Ordenou também que o número de pessoas nos funerais e cremações seja reduzido a 50 pessoas, e reafirmou que estão proibidas todas as vigílias e reuniões pós-funerais.