Covid-19: África do Sul ultrapassa a barreira do milhão de casos positivos

  • Feira destaca criações ligadas à Covid-19
Pretória - A República da África do Sul é, no continente africano, a nação mais infectada pelo vírus Sars-Cov-2, causador da pior pandemia dos últimos 100 anos da história mundial, a Covid-19.

Por: Raquel Betlehem/Correspondente da Angop

Apesar de todos os constrangimentos resultantes desta realidade, "não devemos nos desesperar. Esta nação se erguerá novamente e se colocará no caminho da recuperação. Temos um país resiliente, que, ao longo dos anos, resistiu a todos os tipos de tempestades e vicissitudes".

 

Estas palavras pertencem ao Vice-Presidente da República, David Mabuza, na sua mensagem à Nação, por ocasião do final do ano de 2020, lembrando ser este "um país que emergiu de um passado dividido e doloroso, surgindo muito mais forte, unido e triunfante diante da adversidade". 

 

A África do Sul quebrou a muralha de um milhão de casos confirmados do novo Coronavírus, ao totalizar um milhão 004 mil e  414 contágios, depois de registar, na noite de domingo (27), nove mil e 502 novas infecções.

 

O ministro da Saúde, Zweli Mkhize, no balanço sobre o estado da pandemia, fez saber que mais 214 cidadãos perderam a vida, sendo que 123 mortes ocorreram na província do Cabo Oriental, 56 no Cabo Ocidental, 17 em Gauteng, 13 no Kwazulu-Natal e cinco no Cabo Setentrional, totalizando 26 mil e 735 fatalidades no território sul-africano.

 

No seu habitual gesto de respeito diante de todos os que partiram, Mkhize disse: "endereço as minhas mais sentidas condolências a todas as famílias enlutadas e agradeço a dedicação dos profissionais de saúde no seguimento destes pacientes, que infelizmente nos deixaram", sublinhou.

 

Presentemente, afirmou, 844 mil e 874 pessoas estão recuperadas. A testagem

alcançou o cumulativo de seis milhões, 445 mil e 318, dos quais 29 mil e 494 testes foram concluídos desde o último balanço.

 

As nove províncias que compõem a África do Sul apresentam o seguinte mapa estatístico da Covid-19: Gauteng (274 mil e 272) casos, seguida por Cabo Ocidental (196 mil e 833), Kwazulu-Natal (183 mil e 653 ) e Cabo Oriental (166 mil e 849).

Seguem-se-lhes a província de Free State (61 mil e 777), Noroeste (38 mil e 540), Mpumalanga (34 mil e 920), Cabo Setentrional (24 mil e 870) e Limpopo (22 mil e 705) doentes de Covid-19.

 

O aumento acentuado de novos casos tem como base as inúmeras deslocações inter-provinciais, para além dos diversos ajuntamentos ao longo da quadra festiva, não obstante os inúmeros e constantes apelos das autoridades governativas, razão pela qual, nas vésperas do Natal, o titular da Saúde fez questão de alertar sobre a necessidade de uma revisão das regras do Nível 1 de Alerta do Confinamento em vigor.

 

"Queremos anunciar aos sul-africanos, que iremos avaliar as presentes restrições e considerar certos ajustes devido a esta alarmante propagação do vírus. Todas as províncias vêm registando aumentos de casos e os hospitais, tanto os estatais como os privados, reportaram estar a atingir o limite das suas capacidades. Pior que isso, a ausência de profissionais neste período festivo vem aumentar o nosso leque de preocupações", afirmou na ocasião.

 

Notícias postas a circular pelo jornal Sunday Times, citando fontes oficiais no anonimato, avançam que o Presidente Cyril Ramaphosa vai convocar, na terça-feira (29 ), os ministros das pastas-chave ligadas ao dossier Coronavírus, para uma análise urgente da situação, pelo que se pode antever um reforço das medidas restritivas, ou mesmo, a alteração de algumas destas, de modo a conter esta segunda vaga da pandemia.

 

 

Por: Raquel Betlehem/Correspondente da Angop

Apesar de todos os constrangimentos resultantes desta realidade, "não devemos nos desesperar. Esta nação se erguerá novamente e se colocará no caminho da recuperação. Temos um país resiliente, que, ao longo dos anos, resistiu a todos os tipos de tempestades e vicissitudes".

 

Estas palavras pertencem ao Vice-Presidente da República, David Mabuza, na sua mensagem à Nação, por ocasião do final do ano de 2020, lembrando ser este "um país que emergiu de um passado dividido e doloroso, surgindo muito mais forte, unido e triunfante diante da adversidade". 

 

A África do Sul quebrou a muralha de um milhão de casos confirmados do novo Coronavírus, ao totalizar um milhão 004 mil e  414 contágios, depois de registar, na noite de domingo (27), nove mil e 502 novas infecções.

 

O ministro da Saúde, Zweli Mkhize, no balanço sobre o estado da pandemia, fez saber que mais 214 cidadãos perderam a vida, sendo que 123 mortes ocorreram na província do Cabo Oriental, 56 no Cabo Ocidental, 17 em Gauteng, 13 no Kwazulu-Natal e cinco no Cabo Setentrional, totalizando 26 mil e 735 fatalidades no território sul-africano.

 

No seu habitual gesto de respeito diante de todos os que partiram, Mkhize disse: "endereço as minhas mais sentidas condolências a todas as famílias enlutadas e agradeço a dedicação dos profissionais de saúde no seguimento destes pacientes, que infelizmente nos deixaram", sublinhou.

 

Presentemente, afirmou, 844 mil e 874 pessoas estão recuperadas. A testagem

alcançou o cumulativo de seis milhões, 445 mil e 318, dos quais 29 mil e 494 testes foram concluídos desde o último balanço.

 

As nove províncias que compõem a África do Sul apresentam o seguinte mapa estatístico da Covid-19: Gauteng (274 mil e 272) casos, seguida por Cabo Ocidental (196 mil e 833), Kwazulu-Natal (183 mil e 653 ) e Cabo Oriental (166 mil e 849).

Seguem-se-lhes a província de Free State (61 mil e 777), Noroeste (38 mil e 540), Mpumalanga (34 mil e 920), Cabo Setentrional (24 mil e 870) e Limpopo (22 mil e 705) doentes de Covid-19.

 

O aumento acentuado de novos casos tem como base as inúmeras deslocações inter-provinciais, para além dos diversos ajuntamentos ao longo da quadra festiva, não obstante os inúmeros e constantes apelos das autoridades governativas, razão pela qual, nas vésperas do Natal, o titular da Saúde fez questão de alertar sobre a necessidade de uma revisão das regras do Nível 1 de Alerta do Confinamento em vigor.

 

"Queremos anunciar aos sul-africanos, que iremos avaliar as presentes restrições e considerar certos ajustes devido a esta alarmante propagação do vírus. Todas as províncias vêm registando aumentos de casos e os hospitais, tanto os estatais como os privados, reportaram estar a atingir o limite das suas capacidades. Pior que isso, a ausência de profissionais neste período festivo vem aumentar o nosso leque de preocupações", afirmou na ocasião.

 

Notícias postas a circular pelo jornal Sunday Times, citando fontes oficiais no anonimato, avançam que o Presidente Cyril Ramaphosa vai convocar, na terça-feira (29 ), os ministros das pastas-chave ligadas ao dossier Coronavírus, para uma análise urgente da situação, pelo que se pode antever um reforço das medidas restritivas, ou mesmo, a alteração de algumas destas, de modo a conter esta segunda vaga da pandemia.