Covid-19: Presidente Ramaphosa declara 2020 Ano do Trabalhador da Saúde

  • Prsidente Sul africano Cyril Ramaphosa, durante a sua intervenção por vídeo conferência  na 13 ª Cimeira  Sessão Extraordinária da Assembleia -  Geral da União Africana (UA)
Pretória (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul declarou 2020 o Ano do Trabalhador da Saúde, em homenagem a todos os profissionais que na linha da frente perderam a vida devido a Covid-19, tentando salvar os demais.

Cyril Ramaphosa falava na noite desta quinta-feira no Hospital do Distrito de Khayelitha, na cidade do Cabo, a capital da província do Cabo Ocidental, uma das mais infectadas do país, horas antes da passagem do ano.

Na ocasião, instou todos os cidadãos a "acenderem uma vela à meia noite, para homenagear os brilhantes e incansáveis trabalhadores” que perderam a vida.

O acto presidido pelo Chefe de Estado foi da iniciativa dos cidadãos sul-africanos que pediram ao Estadista que à meia-noite fosse desligada a corrente eléctrica nas áreas mais atingidas e no mesmo instante todas as pessoas acendessem velas, deixando-as iluminar as almas dos que partiram.

"Eu vou acender a minha vela e convido todos a fazerem o mesmo", repetiu o Presidente Ramaphosa, já que as pessoas se encontram em suas casas e vigora no país o recolher obrigatório no período compreendido entre as 21:00 e  as 06:00 da manhã.

Desde que foi detectado o primeiro caso de Coronavírus no país, em Março de 2020, mais de 41.000 profissionais de saúde perderam a vida.

A África do Sul registou, no dia 31 de Dezembro, 18 mil novas infecções por Covid-19, o maior número de contágios/dia até agora.

De acordo com o mapa de estatísticas Covid-19, o país registou, até ao último balanço de quinta-feira, um total de um milhão 57 mil e 161 casos positivos de novo Coronavírus e um total de 28 mil e 469 mortes.

As recuperações atingiram as 879 mil e 671, enquanto que a testagem cobriu seis milhões 609 mil e 208 pessoas.

Cyril Ramaphosa falava na noite desta quinta-feira no Hospital do Distrito de Khayelitha, na cidade do Cabo, a capital da província do Cabo Ocidental, uma das mais infectadas do país, horas antes da passagem do ano.

Na ocasião, instou todos os cidadãos a "acenderem uma vela à meia noite, para homenagear os brilhantes e incansáveis trabalhadores” que perderam a vida.

O acto presidido pelo Chefe de Estado foi da iniciativa dos cidadãos sul-africanos que pediram ao Estadista que à meia-noite fosse desligada a corrente eléctrica nas áreas mais atingidas e no mesmo instante todas as pessoas acendessem velas, deixando-as iluminar as almas dos que partiram.

"Eu vou acender a minha vela e convido todos a fazerem o mesmo", repetiu o Presidente Ramaphosa, já que as pessoas se encontram em suas casas e vigora no país o recolher obrigatório no período compreendido entre as 21:00 e  as 06:00 da manhã.

Desde que foi detectado o primeiro caso de Coronavírus no país, em Março de 2020, mais de 41.000 profissionais de saúde perderam a vida.

A África do Sul registou, no dia 31 de Dezembro, 18 mil novas infecções por Covid-19, o maior número de contágios/dia até agora.

De acordo com o mapa de estatísticas Covid-19, o país registou, até ao último balanço de quinta-feira, um total de um milhão 57 mil e 161 casos positivos de novo Coronavírus e um total de 28 mil e 469 mortes.

As recuperações atingiram as 879 mil e 671, enquanto que a testagem cobriu seis milhões 609 mil e 208 pessoas.