Covid-19: Presidente sul-africano considera prioridade máxima

  • Dístico do Covid-19 Novo Coronavírus
Pretória (Da correspondente) – O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, declarou o combate ao novo coronavírus, causador da pandemia da Covid-19, que devasta o país, como prioridade número um em 2021.

Cyril Ramaphosa falava na noite de sexta-feira, durante o acto central das celebrações dos 109 anos de existência do Congresso Nacional Africano (ANC - na sigla em inglês), o partido que suporta o governo.

Dirigindo-se à Nação de forma virtual na Televisão Nacional e demais plataformas digitais, Ramaphosa sublinhou que a "Covid-19 prejudicou a nossa economia. O país está no meio da segunda vaga da doença que já demonstrou ser mais mortífera que a anterior".

Voltou a enfatizar que o governo vai continuar a apoiar os esforços do sector da Saúde, incluindo a testagem, adiantando que o executivo vai dar corpo ao programa de vacinação em massa.

O Presidente criticou aqueles que põem a circular "teorias infundadas de conspiração" sobre o vírus e as vacinas.

"Temos que trabalhar juntos como uma nação unida, para confrontarmos a ameaça causada por este vírus", apelou o mais alto mandatário sul-africano.

Nas últimas 24 horas, a África do Sul registou 21 mil e 980 novos casos positivos de Covid-19, um novo recorde de infecções diárias, totalizando um milhão 192 mil e 570 casos, desde que a doença foi declarada no país.

Segundo as estatísticas da Covid-19 no país, o número de mortes continua alto, registando mais 616 mortes no mesmo período, totalizando 32 mil e 425 óbitos.

A fonte indica ainda que o país recuperou da doença 947 mil e 919 pessoas, e realizou um total de sete milhões 43 mil e 680 testes, desde o início do surto.

Cyril Ramaphosa falava na noite de sexta-feira, durante o acto central das celebrações dos 109 anos de existência do Congresso Nacional Africano (ANC - na sigla em inglês), o partido que suporta o governo.

Dirigindo-se à Nação de forma virtual na Televisão Nacional e demais plataformas digitais, Ramaphosa sublinhou que a "Covid-19 prejudicou a nossa economia. O país está no meio da segunda vaga da doença que já demonstrou ser mais mortífera que a anterior".

Voltou a enfatizar que o governo vai continuar a apoiar os esforços do sector da Saúde, incluindo a testagem, adiantando que o executivo vai dar corpo ao programa de vacinação em massa.

O Presidente criticou aqueles que põem a circular "teorias infundadas de conspiração" sobre o vírus e as vacinas.

"Temos que trabalhar juntos como uma nação unida, para confrontarmos a ameaça causada por este vírus", apelou o mais alto mandatário sul-africano.

Nas últimas 24 horas, a África do Sul registou 21 mil e 980 novos casos positivos de Covid-19, um novo recorde de infecções diárias, totalizando um milhão 192 mil e 570 casos, desde que a doença foi declarada no país.

Segundo as estatísticas da Covid-19 no país, o número de mortes continua alto, registando mais 616 mortes no mesmo período, totalizando 32 mil e 425 óbitos.

A fonte indica ainda que o país recuperou da doença 947 mil e 919 pessoas, e realizou um total de sete milhões 43 mil e 680 testes, desde o início do surto.