Covid-19: Primeiras vacinas produzidas em África entregues hoje

  • Vacina contra à Covid-19
Gqeberha (Da correspondente ) - A multinacional sul-africana de especialidades farmacêuticas ASPEN confirmou hoje que irá entregar o primeiro lote de vacinas contra a covid-19 de fabrico local.

Os primeiros fornecimentos ao país das vacinas anticovid-19 da Johnson e Johnson (J&J) para o seu fabrico local a partir de Gqeberha, a capital da província do Cabo Oriental, já são uma realidade.

Num comunicado divulgado hoje, a ASPEN afirmou que as vacinas de dose única serão ainda distribuídas por todo o país, em conformidade com os vários acordos firmados entre a J&J, o Departamento Nacional de Saúde e outras partes interessadas.

Além disso, as vacinas destes lotes serão disponibilizadas através da Equipa de Aquisição de Vacinas COVID-19 da União Africana.

"Isto representa um marco significativo para a África do Sul e o continente africano, uma vez que estas são as primeiras vacinas covid-19 a serem produzidas no continente africano, por um produtor africano e para pacientes sul-africanos e africanos em geral", lê-se no comunicado. Estes abastecimentos serão igualmente colocados à disposição da União Europeia e de outros mercados offshore.

Durante o seu discurso à nação na noite de domingo, o Presidente Sul-Africano, Cyril Ramaphosa, enfatizou que o país prevê receber cerca de " 31 milhões de doses adicionais da Pfizer e da J&J nos próximos dois a três meses".

"A ASPEN orgulha -se do papel que estamos a desempenhar na produção de vacinas para distribuição na África do Sul, em todo continente africano e no mundo. A nossa capacidade de produzir estas vacinas em nome da Johnson & Johnson, assenta na nossa visão estratégica de fornecer medicamentos de alta qualidade e a preços acessíveis que melhorem os resultados de saúde dos pacientes no nosso próprio país, continente e mundo", disse o Chefe Executivo do Grupo ASPEN, Stephen Saad.

Para o responsável, este fornecimento para a África do Sul é particularmente gratifcante, dada a actual desigualdade global no acesso às vacinas.

Isto representa um passo em frente, prosseguiu, antes de afirmar que deste modo África vai poder abordar as suas prioridades em matéria de cuidados de saúde."O fabrico da vacina J&J baseia-se nas contribuições globais que já fizemos no combate a pandemia da covid-19, tanto com a nossa carteira de anestésicos como com o abastecimento de dexametasona", sublinhou Saad.

A ASPEN investiu mais de três mil milhões de rands nesta unidade farmacêutica sediada na província do Cabo Oriental. Este é o maior e único investimento na indústria farmacêutica na África do Sul.

As novas instalações esterilizadas contêm alta tecnologia, equipamento farmacêutico de última geração e sistemas que serão utilizados para fabricar medicamentos estéreis avançados, incluindo vacinas.

A empresa afirmou que os investimentos têm sido uma pedra angular do fabrico local de anti-retroviral e medicamentos multi-resistente contra a tuberculose, o que demonstra um compromisso permanente e duradouro da ASPEN para com a África do Sul e o continente africano.

Os primeiros fornecimentos ao país das vacinas anticovid-19 da Johnson e Johnson (J&J) para o seu fabrico local a partir de Gqeberha, a capital da província do Cabo Oriental, já são uma realidade.

Num comunicado divulgado hoje, a ASPEN afirmou que as vacinas de dose única serão ainda distribuídas por todo o país, em conformidade com os vários acordos firmados entre a J&J, o Departamento Nacional de Saúde e outras partes interessadas.

Além disso, as vacinas destes lotes serão disponibilizadas através da Equipa de Aquisição de Vacinas COVID-19 da União Africana.

"Isto representa um marco significativo para a África do Sul e o continente africano, uma vez que estas são as primeiras vacinas covid-19 a serem produzidas no continente africano, por um produtor africano e para pacientes sul-africanos e africanos em geral", lê-se no comunicado. Estes abastecimentos serão igualmente colocados à disposição da União Europeia e de outros mercados offshore.

Durante o seu discurso à nação na noite de domingo, o Presidente Sul-Africano, Cyril Ramaphosa, enfatizou que o país prevê receber cerca de " 31 milhões de doses adicionais da Pfizer e da J&J nos próximos dois a três meses".

"A ASPEN orgulha -se do papel que estamos a desempenhar na produção de vacinas para distribuição na África do Sul, em todo continente africano e no mundo. A nossa capacidade de produzir estas vacinas em nome da Johnson & Johnson, assenta na nossa visão estratégica de fornecer medicamentos de alta qualidade e a preços acessíveis que melhorem os resultados de saúde dos pacientes no nosso próprio país, continente e mundo", disse o Chefe Executivo do Grupo ASPEN, Stephen Saad.

Para o responsável, este fornecimento para a África do Sul é particularmente gratifcante, dada a actual desigualdade global no acesso às vacinas.

Isto representa um passo em frente, prosseguiu, antes de afirmar que deste modo África vai poder abordar as suas prioridades em matéria de cuidados de saúde."O fabrico da vacina J&J baseia-se nas contribuições globais que já fizemos no combate a pandemia da covid-19, tanto com a nossa carteira de anestésicos como com o abastecimento de dexametasona", sublinhou Saad.

A ASPEN investiu mais de três mil milhões de rands nesta unidade farmacêutica sediada na província do Cabo Oriental. Este é o maior e único investimento na indústria farmacêutica na África do Sul.

As novas instalações esterilizadas contêm alta tecnologia, equipamento farmacêutico de última geração e sistemas que serão utilizados para fabricar medicamentos estéreis avançados, incluindo vacinas.

A empresa afirmou que os investimentos têm sido uma pedra angular do fabrico local de anti-retroviral e medicamentos multi-resistente contra a tuberculose, o que demonstra um compromisso permanente e duradouro da ASPEN para com a África do Sul e o continente africano.