Duas pessoas morreram num ataque a uma cidade do Burkina Faso

  • Mapa Do Burkina Faso
Kaya - Pelo menos duas pessoas foram mortas e uma ficou ferida num ataque a uma cidade no norte do Burkina Faso, flagelada por violentos ataques terroristas recorrentes, segundo fontes locais e de segurança.

"Vários indivíduos armados atacaram a aldeia de Kogyendé, na quarta-feira, por volta das 20 horas. Os dados provisórios indicam que há dois mortos e um ferido", disse hoje uma fonte de segurança da capital da região, Kaya, à agencia de notícias France-Presse.

"As vítimas são todas civis, incluindo um responsável da localidade", adiantou a mesma fonte, acrescentando que "estão em curso operações e buscas na área".

"É o chefe da aldeia e o seu irmão mais novo que foram mortos, o ferido é um dos nossos elementos", disse um funcionário local dos Voluntários para a Defesa da Pátria (VDP), os auxiliares civis das forças de segurança do Burkina Faso na luta contra o terrorismo islâmico, criada em Novembro de 2019.

Os assaltantes "tiveram tempo de queimar concessões antes de se retirarem para Soum", uma província vizinha, adiantou uma fonte anónima.

"As populações que tinham fugido das várias aldeias, devido a ataques terroristas, estavam gradualmente a regressar, mas desde esta manhã houve deslocações de população", acrescentou.

O Burkina Faso, que faz fronteira com o Mali e o Níger, tem sido palco de ataques terroristas regulares desde 2015. A parte norte do país, que faz fronteira com o Mali, é a área mais afectada pela violência 'jihadista', que já deixou mais de 1.200 pessoas mortas e mais de um milhão de deslocados, que fogem das zonas de violência.

As regiões orientais e sudoeste são também alvo de grupos armados.

Na terça-feira, pelo menos um militar foi morto num ataque a um posto de segurança em Ouo, uma cidade perto da fronteira com a Côte d'Ivoire.

"Vários indivíduos armados atacaram a aldeia de Kogyendé, na quarta-feira, por volta das 20 horas. Os dados provisórios indicam que há dois mortos e um ferido", disse hoje uma fonte de segurança da capital da região, Kaya, à agencia de notícias France-Presse.

"As vítimas são todas civis, incluindo um responsável da localidade", adiantou a mesma fonte, acrescentando que "estão em curso operações e buscas na área".

"É o chefe da aldeia e o seu irmão mais novo que foram mortos, o ferido é um dos nossos elementos", disse um funcionário local dos Voluntários para a Defesa da Pátria (VDP), os auxiliares civis das forças de segurança do Burkina Faso na luta contra o terrorismo islâmico, criada em Novembro de 2019.

Os assaltantes "tiveram tempo de queimar concessões antes de se retirarem para Soum", uma província vizinha, adiantou uma fonte anónima.

"As populações que tinham fugido das várias aldeias, devido a ataques terroristas, estavam gradualmente a regressar, mas desde esta manhã houve deslocações de população", acrescentou.

O Burkina Faso, que faz fronteira com o Mali e o Níger, tem sido palco de ataques terroristas regulares desde 2015. A parte norte do país, que faz fronteira com o Mali, é a área mais afectada pela violência 'jihadista', que já deixou mais de 1.200 pessoas mortas e mais de um milhão de deslocados, que fogem das zonas de violência.

As regiões orientais e sudoeste são também alvo de grupos armados.

Na terça-feira, pelo menos um militar foi morto num ataque a um posto de segurança em Ouo, uma cidade perto da fronteira com a Côte d'Ivoire.