Etiópia: 34 mortos em ataque contra autocarro no noroeste do país

Addis-Abeba - A Comissão de Direitos Humanos da Etiópia (EHRC, na sigla em inglês) comunicou que pelo menos 34 pessoas foram mortas em um ataque contra um autocarro de passageiros no noroeste do país.

No começo deste mês, as Forças Armadas da Etiópia iniciaram uma operação na região setentrional de Tigré, após as autoridades acusarem o partido governante da região de atacar uma base militar.

De acordo com a EHRC, o número de mortos na região de Benishangul-Gumuz pode ainda crescer.

​A EHRC está desolada por ter conhecimento do terrível ataque ao autocarro de passageiros de Wonbera em direcção a Chagni, em Benishangul-Gumuz, em 14 de Novembro. Estimam-se 34 vítimas mortais, mas devem subir.

As tensões no país africano aumentaram devido a embates na região de Tigré entre tropas locais e forças federais. Na última semana, o primeiro-ministro etíope Ahmed Ali anunciou o estado de emergência em Tigré por seis meses, citando "actividades ilegais e violentas [que estão] colocando em perigo a Constituição e a ordem constitucional".

Neste sábado (14), o presidente da região de Tigré, Debretsion Gebremichael, assumiu a responsabilidade por dois ataques com mísseis na região vizinha de Amhara, e alertou que poderia atacar a Eritreia, que teria colocado tropas na zona de fronteira, ameaçando a região de Tigré.

No começo deste mês, as Forças Armadas da Etiópia iniciaram uma operação na região setentrional de Tigré, após as autoridades acusarem o partido governante da região de atacar uma base militar.

De acordo com a EHRC, o número de mortos na região de Benishangul-Gumuz pode ainda crescer.

​A EHRC está desolada por ter conhecimento do terrível ataque ao autocarro de passageiros de Wonbera em direcção a Chagni, em Benishangul-Gumuz, em 14 de Novembro. Estimam-se 34 vítimas mortais, mas devem subir.

As tensões no país africano aumentaram devido a embates na região de Tigré entre tropas locais e forças federais. Na última semana, o primeiro-ministro etíope Ahmed Ali anunciou o estado de emergência em Tigré por seis meses, citando "actividades ilegais e violentas [que estão] colocando em perigo a Constituição e a ordem constitucional".

Neste sábado (14), o presidente da região de Tigré, Debretsion Gebremichael, assumiu a responsabilidade por dois ataques com mísseis na região vizinha de Amhara, e alertou que poderia atacar a Eritreia, que teria colocado tropas na zona de fronteira, ameaçando a região de Tigré.