Etiópia anuncia morte de três antigos ministros da região do Tigray

  • Mapa da  Etiópia localizado no Chifre da  África (Oriente)
Adis Abeba - O Governo da Etiópia anunciou hoje que matou três antigos ministros membros da Frente de Libertação do Povo Tigray (TPLF), incluindo o antigo chefe da diplomacia durante quase 20 anos, Seyoum Mesfin.

De acordo com um comunicado citado pela agência de notícias France-Presse, entre os mortos numa "troca de tiros" no âmbito da operação lançada em Novembro estão o antigo ministro dos Assuntos Federais Abay Tsehaye e o antigo líder do grupo parlamentar do TPLF, Asmelash Woldeselassie.

Os três homens foram mortos "num tiroteio entre as forças da autoridade e a sua segurança pessoal criminosa", depois de se terem "recusado a render-se", acrescenta-se no comunicado.

Em 28 de Novembro, após a tomada do controlo militar da capital regional Mekele pelas tropas federais, o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, anunciou o fim da ofensiva armada contra a região, o que é negado pela Organização das Nações Unidas.

O conflito começou em 04 de Novembro depois de o Governo ter decidido lançar uma operação militar contra a TPLF, o partido que governa a região, alegadamente em retaliação a um ataque das forças regionais contra uma base do Exército federal naquele território.

De acordo com um comunicado citado pela agência de notícias France-Presse, entre os mortos numa "troca de tiros" no âmbito da operação lançada em Novembro estão o antigo ministro dos Assuntos Federais Abay Tsehaye e o antigo líder do grupo parlamentar do TPLF, Asmelash Woldeselassie.

Os três homens foram mortos "num tiroteio entre as forças da autoridade e a sua segurança pessoal criminosa", depois de se terem "recusado a render-se", acrescenta-se no comunicado.

Em 28 de Novembro, após a tomada do controlo militar da capital regional Mekele pelas tropas federais, o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, anunciou o fim da ofensiva armada contra a região, o que é negado pela Organização das Nações Unidas.

O conflito começou em 04 de Novembro depois de o Governo ter decidido lançar uma operação militar contra a TPLF, o partido que governa a região, alegadamente em retaliação a um ataque das forças regionais contra uma base do Exército federal naquele território.