Etiópia: Mais de 100 mortos em massacre na região Amhara

Addis Abeba - Mais de 100 pessoas morreram num massacre ocorrido hoje de manhã na região Amhara, que alberga o segundo maior grupo ético da Etiópia, na parte ocidental do país, denunciou a Comissão Etíope dos Direitos Humanos.

A Amhara Mass Media Agency, afiliada à região Amhara do país, num relatório separado citou testemunhas segundo as quais o ataque ocorreu no início da quarta-feira na zona de Metekel, na região de Benishangul-Gumuz.

O ataque ocorreu um dia depois de o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, ter visitado a região e ter falado da necessidade de levar à justiça os responsáveis pelos recentes ataques. As tensões étnicas são um grande desafio, uma vez que Abiy, Nobel da Paz em 2019, tenta promover a unidade nacional num país com mais de 80 grupos étnicos.

Os ataques na região Ahmara não estão relacionados com o conflito mortal na região de Tigray do norte da Etiópia, onde as forças etíopes e as forças regionais aliadas começaram a combater as forças regionais de Tigray no início de Novembro.

Algumas pessoas em aldeias remotas permaneciam cercadas e sob ameaça hoje à noite, disse o chefe do Movimento Nacional do partido político Amhara, Belete Molla, que afirmou que o número total de mortos superava os 200. O responsável disse que tinha falado por telefone com alguns residentes.

Ainda não é claro quem são os autores do ataque, embora Belete tenha afirmado que se tratava de membros da milícia Gumuz. O partido no poder na região, o Partido da Prosperidade Benishangul-Gumuz, disse numa declaração que "bandidos armados" tinham cometido um "crime horripilante".

Os amharas são o segundo grupo étnico mais populoso da Etiópia e têm sido alvo de ataques repetidos nas últimas semanas.

Segundo a Amnistia Internacional, um ataque rebelde em 1 de Novembro na longínqua região ocidental de Oromia matou pelo menos 54 pessoas.

Um ataque na região de Benishangul-Gumuz no início de Outubro matou pelo menos 14 civis, de acordo com um oficial de segurança. Seguiu-se a ataques mortais semelhantes em Setembro que também deslocaram mais de 300 pessoas, levando a Comissão Etíope dos Direitos Humanos a dizer que estava profundamente alarmada.

A Amhara Mass Media Agency, afiliada à região Amhara do país, num relatório separado citou testemunhas segundo as quais o ataque ocorreu no início da quarta-feira na zona de Metekel, na região de Benishangul-Gumuz.

O ataque ocorreu um dia depois de o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, ter visitado a região e ter falado da necessidade de levar à justiça os responsáveis pelos recentes ataques. As tensões étnicas são um grande desafio, uma vez que Abiy, Nobel da Paz em 2019, tenta promover a unidade nacional num país com mais de 80 grupos étnicos.

Os ataques na região Ahmara não estão relacionados com o conflito mortal na região de Tigray do norte da Etiópia, onde as forças etíopes e as forças regionais aliadas começaram a combater as forças regionais de Tigray no início de Novembro.

Algumas pessoas em aldeias remotas permaneciam cercadas e sob ameaça hoje à noite, disse o chefe do Movimento Nacional do partido político Amhara, Belete Molla, que afirmou que o número total de mortos superava os 200. O responsável disse que tinha falado por telefone com alguns residentes.

Ainda não é claro quem são os autores do ataque, embora Belete tenha afirmado que se tratava de membros da milícia Gumuz. O partido no poder na região, o Partido da Prosperidade Benishangul-Gumuz, disse numa declaração que "bandidos armados" tinham cometido um "crime horripilante".

Os amharas são o segundo grupo étnico mais populoso da Etiópia e têm sido alvo de ataques repetidos nas últimas semanas.

Segundo a Amnistia Internacional, um ataque rebelde em 1 de Novembro na longínqua região ocidental de Oromia matou pelo menos 54 pessoas.

Um ataque na região de Benishangul-Gumuz no início de Outubro matou pelo menos 14 civis, de acordo com um oficial de segurança. Seguiu-se a ataques mortais semelhantes em Setembro que também deslocaram mais de 300 pessoas, levando a Comissão Etíope dos Direitos Humanos a dizer que estava profundamente alarmada.