EUA vão enviar 25 milhões de doses de vacinas para África

  • EUA: Vista Frontal do Edifício da Casa Branca
Washington - Os Estados Unidos da América (EUA) vão enviar 25 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para África, afirmaram hoje, sexta-feira, responsáveis norte-americanos e africanos.

Segundo fontes citadas pela agência France-Presse, os envios deverão começar nos próximos dias e beneficiarão um total de 49 países africanos, que receberão doses das vacinas da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer.

Djibuti e Burkina Faso serão os primeiros a receber 151.200 doses da fórmula da Johnson & Johnson, enquanto a Etiópia receberá 453.600 doses, de acordo com um alto funcionário da administração norte-americana.

A operação está a ser coordenada com agências multilaterais, incluindo a União Africana (UA), o mecanismo Covax, e a Aliança Internacional de Vacinas Gavi.

O anúncio de Washington surge numa altura em que a rápida propagação da variante Delta suscita receio de um novo surto de casos em todo o mundo, com um impacto particularmente saliente no continente africano.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de mortes relacionadas com a covid-19 no continente subiu 43% na última semana, tendo a agência das Nações Unidas apontado para a falta de locais de tratamento e para a falta de oxigénio médico.

A coordenadora para a luta mundial contra a covid-19, Gayle Smith, afirmou que "a administração (do Presidente norte-americano Joe) Biden está empenhada em liderar a resposta global à pandemia".

O enviado especial da UA Strive Masiyiwa, considerou que as vacinas distribuídas pelos EUA serão um passo em direção ao objetivo da organização regional em vacinar 60% da população do continente.

O presidente do Banco Africano de Exportações e Importações (AfreximBank), Benedict Oramah, saudou as doações de Washington, que apelidou de "bem-vindas e significativas".

A distribuição de doses para os países em desenvolvimento tornou-se uma questão diplomática, com China e Rússia a serem acusadas de utilizar estes mecanismos para a promoção dos seus interesses estratégicos.

Washington nega que tenha quaisquer segundas intenções, mas Joe Biden quer que os EUA assumam uma liderança na resposta internacional à pandemia.

A administração do Presidente empossado no início do ano já alocou 80 milhões de doses para distribuição internacional, tendo prometido contribuir com dois mil milhões de dólares (1,69 mil milhões de euros) para a iniciativa Covax.

De acordo com dados do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente ultrapassou seis milhões de casos desde o início da pandemia, incluindo mais de 153 mil mortes.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.070.508 mortos em todo o mundo, entre mais de 188,8 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Segundo fontes citadas pela agência France-Presse, os envios deverão começar nos próximos dias e beneficiarão um total de 49 países africanos, que receberão doses das vacinas da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer.

Djibuti e Burkina Faso serão os primeiros a receber 151.200 doses da fórmula da Johnson & Johnson, enquanto a Etiópia receberá 453.600 doses, de acordo com um alto funcionário da administração norte-americana.

A operação está a ser coordenada com agências multilaterais, incluindo a União Africana (UA), o mecanismo Covax, e a Aliança Internacional de Vacinas Gavi.

O anúncio de Washington surge numa altura em que a rápida propagação da variante Delta suscita receio de um novo surto de casos em todo o mundo, com um impacto particularmente saliente no continente africano.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de mortes relacionadas com a covid-19 no continente subiu 43% na última semana, tendo a agência das Nações Unidas apontado para a falta de locais de tratamento e para a falta de oxigénio médico.

A coordenadora para a luta mundial contra a covid-19, Gayle Smith, afirmou que "a administração (do Presidente norte-americano Joe) Biden está empenhada em liderar a resposta global à pandemia".

O enviado especial da UA Strive Masiyiwa, considerou que as vacinas distribuídas pelos EUA serão um passo em direção ao objetivo da organização regional em vacinar 60% da população do continente.

O presidente do Banco Africano de Exportações e Importações (AfreximBank), Benedict Oramah, saudou as doações de Washington, que apelidou de "bem-vindas e significativas".

A distribuição de doses para os países em desenvolvimento tornou-se uma questão diplomática, com China e Rússia a serem acusadas de utilizar estes mecanismos para a promoção dos seus interesses estratégicos.

Washington nega que tenha quaisquer segundas intenções, mas Joe Biden quer que os EUA assumam uma liderança na resposta internacional à pandemia.

A administração do Presidente empossado no início do ano já alocou 80 milhões de doses para distribuição internacional, tendo prometido contribuir com dois mil milhões de dólares (1,69 mil milhões de euros) para a iniciativa Covax.

De acordo com dados do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente ultrapassou seis milhões de casos desde o início da pandemia, incluindo mais de 153 mil mortes.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.070.508 mortos em todo o mundo, entre mais de 188,8 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.