França não deixará ninguém pôr em causa a estabilidade do Tchad

  • Presidente de França, Emanuel Macron
NDjamena - O presidente francês afirmou hoje, no funeral do chefe de Estado do Chade, Idriss Déby Itno, morto em combate, que "a França nunca deixará que ninguém, nem hoje nem amanhã, ponha em causa a estabilidade e integridade do Tchad".

"Caro Presidente, caro marechal, caro Idriss (...). Viveu como soldado, morreu como soldado, com armas na mão", começou por dizer Emmanuel Mácron.

O chefe de Estado francês apelou ao Conselho Militar de Transição (TMC), liderado pelo jovem General Mahamat Idriss Déby, que prometeu "eleições livres e democráticas em 18 meses", para este promover "estabilidade, inclusão, diálogo, transição democrática".

E prometeu: "A França também estará presente para manter viva a promessa de um Tchad pacífico".

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos.

O chefe de Estado morreu na terça-feira de ferimentos sofridos enquanto comandava o seu exército na luta contra rebeldes no norte durante o fim-de-semana, segundo o porta-voz do Exército, o general Azem Bermandoa Agouna.

Os confrontos entre os rebeldes e o Exército tchadiano no maciço do Tibesti, junto à fronteira com a Líbia, são frequentes.

"Caro Presidente, caro marechal, caro Idriss (...). Viveu como soldado, morreu como soldado, com armas na mão", começou por dizer Emmanuel Mácron.

O chefe de Estado francês apelou ao Conselho Militar de Transição (TMC), liderado pelo jovem General Mahamat Idriss Déby, que prometeu "eleições livres e democráticas em 18 meses", para este promover "estabilidade, inclusão, diálogo, transição democrática".

E prometeu: "A França também estará presente para manter viva a promessa de um Tchad pacífico".

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos.

O chefe de Estado morreu na terça-feira de ferimentos sofridos enquanto comandava o seu exército na luta contra rebeldes no norte durante o fim-de-semana, segundo o porta-voz do Exército, o general Azem Bermandoa Agouna.

Os confrontos entre os rebeldes e o Exército tchadiano no maciço do Tibesti, junto à fronteira com a Líbia, são frequentes.