Golpistas proibem saída de ex-dignitários da Guiné sem autorização prévia

Conakry - O chefe da junta militar na Guiné, o coronel Mamady Doumbouya, no poder desde domingo, anunciou segunda-feira a proibição de saída do país sem autorização prévia para ex-dignitários do regime deposto.

Durante uma reunião por si convocada, Doumbouya instou os ex-dignitários presentes a devolverem veículos do Estado e seus títulos de viagem ao Secretariado-Geral do seu local de trabalho.

O novo homem forte do país, que destronou o Presidente da República, Alpha Condé, de 83 anos de idade, prometeu que não haverá perseguições, mas que será dada prioridade à justiça para esclarecer vários problemas.

O presidente da Assembleia Nacional, Amadou Damaro Camara, o ex-primeiro-ministro, Ibrahima Kassory Fofana, membros da sua equipa, entre outros, responderam positivamente ao convite das novas autoridades no Palácio do Povo, onde estava instalado um importante dispositivo militar.

“Nenhum ex-líder deixará o país sem autorização prévia das autoridades. Não haverá ódio contra ninguém. A justiça será a bússola de cada guineense”, disse o coronel Doumbouya, em nome do Conselho Nacional para a Coligação e Desenvolvimento (CNRD), a junta no poder.

No seu segundo comunicado, divulgado na noite de domingo, a junta advertiu todos aqueles que estivessem ausentes da reunião que seriam considerados como rebeldes contra o CNRD.

O novo homem forte, que mandou observar um minuto de silêncio em memória de "todos aqueles que perderam a vida por problemas políticos", indicou que queria colocar a transição que se abre sob o lema da esperança e de uma nova Guiné, reconciliada consigo mesma e com todos os filhos do país.

No final da transição, sem detalhes sobre a sua duração, afirmou que "vamos, naturalmente, lançar as bases de uma nova era em termos de governação, segurança e desenvolvimento económico".

O coronel Doumbouya anunciou que uma consulta global será aberta para descrever as linhas gerais da transição, antes do estabelecimento de um Governo de Unidade Nacional para a conduzir.

Num segundo comunicado de imprensa do CNRD, as novas autoridades anunciaram que os secretários-gerais dos diversos departamentos ministeriais vão assegurar a continuidade do serviço até a posse do próximo Governo.

Durante uma reunião por si convocada, Doumbouya instou os ex-dignitários presentes a devolverem veículos do Estado e seus títulos de viagem ao Secretariado-Geral do seu local de trabalho.

O novo homem forte do país, que destronou o Presidente da República, Alpha Condé, de 83 anos de idade, prometeu que não haverá perseguições, mas que será dada prioridade à justiça para esclarecer vários problemas.

O presidente da Assembleia Nacional, Amadou Damaro Camara, o ex-primeiro-ministro, Ibrahima Kassory Fofana, membros da sua equipa, entre outros, responderam positivamente ao convite das novas autoridades no Palácio do Povo, onde estava instalado um importante dispositivo militar.

“Nenhum ex-líder deixará o país sem autorização prévia das autoridades. Não haverá ódio contra ninguém. A justiça será a bússola de cada guineense”, disse o coronel Doumbouya, em nome do Conselho Nacional para a Coligação e Desenvolvimento (CNRD), a junta no poder.

No seu segundo comunicado, divulgado na noite de domingo, a junta advertiu todos aqueles que estivessem ausentes da reunião que seriam considerados como rebeldes contra o CNRD.

O novo homem forte, que mandou observar um minuto de silêncio em memória de "todos aqueles que perderam a vida por problemas políticos", indicou que queria colocar a transição que se abre sob o lema da esperança e de uma nova Guiné, reconciliada consigo mesma e com todos os filhos do país.

No final da transição, sem detalhes sobre a sua duração, afirmou que "vamos, naturalmente, lançar as bases de uma nova era em termos de governação, segurança e desenvolvimento económico".

O coronel Doumbouya anunciou que uma consulta global será aberta para descrever as linhas gerais da transição, antes do estabelecimento de um Governo de Unidade Nacional para a conduzir.

Num segundo comunicado de imprensa do CNRD, as novas autoridades anunciaram que os secretários-gerais dos diversos departamentos ministeriais vão assegurar a continuidade do serviço até a posse do próximo Governo.