Governo paralelo do leste da Líbia cede oficialmente o poder

  • Bandeira da Líbia
Tripoli - O governo paralelo do leste da Líbia, não reconhecido pela comunidade internacional, cedeu oficialmente hoje o poder ao novo Executivo unificado de Abdelhamid Dbeibah, durante uma cerimónia em Benghazi.

Essa transferência aconteceu na sede do governo paralelo dirigido até agora por Abdellah al-Theni.

O novo governo unificado estava representado por Husein Atiya al-Gotrani, um dos dois vice-primeiros-ministros de Dbeibah, junto a alguns outros ministros, entre eles o do Interior, Jaled Mazen, que chegaram de Tripoli, constatou a AFP.

"A fase de divisões acabou (...), o governo de união nacional está a serviço de todos os cidadãos, qualquer que seja a sua região", declarou Gotrani num breve discurso transmitido pela imprensa local.

A Líbia está a tentar sair de uma década de conflito, desde a queda do governo de Muammar Kadhafi, com um enorme caos marcado pela existência nos últimos anos de poderes rivais, em Tripoli (oeste) e em Benghazi (leste).

O novo poder executivo, que deve permitir eliminar as divisões internas, surgiu de um processo apadrinhado pela ONU, iniciado em Fevereiro em Genebra, antes de um voto de confiança "histórico" por parte do Parlamento no início deste mês.

Este governo deve liderar e administrar a transição até as eleições nacionais, previstas para 24 de Dezembro.

Essa transferência aconteceu na sede do governo paralelo dirigido até agora por Abdellah al-Theni.

O novo governo unificado estava representado por Husein Atiya al-Gotrani, um dos dois vice-primeiros-ministros de Dbeibah, junto a alguns outros ministros, entre eles o do Interior, Jaled Mazen, que chegaram de Tripoli, constatou a AFP.

"A fase de divisões acabou (...), o governo de união nacional está a serviço de todos os cidadãos, qualquer que seja a sua região", declarou Gotrani num breve discurso transmitido pela imprensa local.

A Líbia está a tentar sair de uma década de conflito, desde a queda do governo de Muammar Kadhafi, com um enorme caos marcado pela existência nos últimos anos de poderes rivais, em Tripoli (oeste) e em Benghazi (leste).

O novo poder executivo, que deve permitir eliminar as divisões internas, surgiu de um processo apadrinhado pela ONU, iniciado em Fevereiro em Genebra, antes de um voto de confiança "histórico" por parte do Parlamento no início deste mês.

Este governo deve liderar e administrar a transição até as eleições nacionais, previstas para 24 de Dezembro.