Guiné-Bissau: Libertado elemento do Movimento de Salvação do PRS - Liga dos Direitos Humanos

Bissau - O porta-voz do Movimento da Salvação do Partido da Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau, Alqueia Tamba, detido quinta-feira (7), foi libertado, anunciou hoje, segunda-feira, o vice-presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos da Guiné-Bissau, Bubacar Turé.

"O cidadão Alqueia Tamba foi libertado na noite de sábado. Está em liberdade e está em casa dele, mas ainda não sabemos se haverá uma queixa formal contra si junto das autoridades judiciárias", disse o activista.

O porta-voz do Movimento da Salvação do Partido da Renovação Social (PRS) em memória de Presidente Kumba Ialá foi detido na quinta-feira, na sequência de uma conferência de imprensa durante a qual fez acusações ao chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, responsabilizando-o pela situação política e económica no país.

O vice-presidente da organização dos direitos humanos disse também que o cidadão Alqueia Tamba não só foi detido ilegalmente, como também "a sua privacidade, ou seja, o seu telefone pessoal, foi invadido e passado a pente fino para supostamente procurar informações das pessoas com quem ele vinha mantendo contacto".

"Pensamos que isso é um ato abusivo e ilegal. É um ato totalmente inaceitável no estado de direito, porque as correspondências e contactos pessoais dos cidadãos são privados e não podem ser invadidos por quem quer que seja" afirmou o activista.

"O Ministério do Interior deve definitivamente deixar de ser um santuário de ilegalidade", porque, disse Bubacar Turé, a lei é o critério e limite da actuação de todas as autoridades.

Em comunicado, enviado no domingo à imprensa, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), na oposição, condenou "mais aquele ato de barbaridade" e responsabilizou o "actual regime por todas as consequências que possam advir desta expressa vontade de implantar a anarquia e o caos no país".

"O PAIGC regista ainda o silêncio ensurdecedor da comunidade internacional residente no país, que continua a ignorar os ruídos da forte degradação da situação política e social" e "mantendo uma postura de indiferença" perante as constantes denúncias das organizações da sociedade civil, acrescenta o partido.

"O cidadão Alqueia Tamba foi libertado na noite de sábado. Está em liberdade e está em casa dele, mas ainda não sabemos se haverá uma queixa formal contra si junto das autoridades judiciárias", disse o activista.

O porta-voz do Movimento da Salvação do Partido da Renovação Social (PRS) em memória de Presidente Kumba Ialá foi detido na quinta-feira, na sequência de uma conferência de imprensa durante a qual fez acusações ao chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, responsabilizando-o pela situação política e económica no país.

O vice-presidente da organização dos direitos humanos disse também que o cidadão Alqueia Tamba não só foi detido ilegalmente, como também "a sua privacidade, ou seja, o seu telefone pessoal, foi invadido e passado a pente fino para supostamente procurar informações das pessoas com quem ele vinha mantendo contacto".

"Pensamos que isso é um ato abusivo e ilegal. É um ato totalmente inaceitável no estado de direito, porque as correspondências e contactos pessoais dos cidadãos são privados e não podem ser invadidos por quem quer que seja" afirmou o activista.

"O Ministério do Interior deve definitivamente deixar de ser um santuário de ilegalidade", porque, disse Bubacar Turé, a lei é o critério e limite da actuação de todas as autoridades.

Em comunicado, enviado no domingo à imprensa, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), na oposição, condenou "mais aquele ato de barbaridade" e responsabilizou o "actual regime por todas as consequências que possam advir desta expressa vontade de implantar a anarquia e o caos no país".

"O PAIGC regista ainda o silêncio ensurdecedor da comunidade internacional residente no país, que continua a ignorar os ruídos da forte degradação da situação política e social" e "mantendo uma postura de indiferença" perante as constantes denúncias das organizações da sociedade civil, acrescenta o partido.