Líder da UA mostra "profunda emoção" pela morte do PR do Tchad

  • BANDEIRA DA UNIÃO AFRICANA
Ndjamena - O presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, mostrou hoje "profunda emoção" devido à morte do Presidente do Tchad, Idriss Déby Itno, em combate contra os rebeldes no norte do país, considerando-o um "grande estadista".

"Foi com grande consternação e profunda emoção que soube da morte" do Presidente do Tchad, Idriss Deby Itno, disse o presidente do órgão executivo desta organização continental africana, numa mensagem colocada no Twitter.

Mahamat, que foi primeiro-ministro do Tchad de 2003 a 2005 e depois ministro dos Negócios Estrangeiros entre 2008 e 2017, escreveu ainda: "Grande estadista e reconhecido líder militar. Envio as minhas sinceras condolências ao povo tchadiano e à sua família"

O Presidente do Tchad, Idriss Déby Itno, no poder há 30 anos, morreu hoje de ferimentos sofridos enquanto comandava o seu exército na luta contra rebeldes no norte durante o fim-de-semana, anunciou o porta-voz do Exército, o general Azem Bermandoa Agouna, numa declaração transmitida na rádio estatal.

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos, de acordo com os resultados provisórios anunciados na segunda-feira à noite pela comissão eleitoral nacional.

Ministros e oficiais de alta patente deram conta na segunda-feira que o chefe de Estado tinha visitado a linha da frente para se juntar ao seu exército, que enfrentava uma coluna de rebeldes, que tinham lançado uma ofensiva a partir de bases recuadas na Líbia no dia das eleições.

Os confrontos entre os rebeldes e o Exército tchadiano no maciço de Tibesti, que faz fronteira com a Líbia, são frequentes.

Em Fevereiro de 2019, uma outra incursão com o objectivo de derrubar Idriss Déby Itno, foi travada pela intervenção de caças bombardeiros da força aérea francesa, solicitada por Ndjamena.

"Foi com grande consternação e profunda emoção que soube da morte" do Presidente do Tchad, Idriss Deby Itno, disse o presidente do órgão executivo desta organização continental africana, numa mensagem colocada no Twitter.

Mahamat, que foi primeiro-ministro do Tchad de 2003 a 2005 e depois ministro dos Negócios Estrangeiros entre 2008 e 2017, escreveu ainda: "Grande estadista e reconhecido líder militar. Envio as minhas sinceras condolências ao povo tchadiano e à sua família"

O Presidente do Tchad, Idriss Déby Itno, no poder há 30 anos, morreu hoje de ferimentos sofridos enquanto comandava o seu exército na luta contra rebeldes no norte durante o fim-de-semana, anunciou o porta-voz do Exército, o general Azem Bermandoa Agouna, numa declaração transmitida na rádio estatal.

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos, de acordo com os resultados provisórios anunciados na segunda-feira à noite pela comissão eleitoral nacional.

Ministros e oficiais de alta patente deram conta na segunda-feira que o chefe de Estado tinha visitado a linha da frente para se juntar ao seu exército, que enfrentava uma coluna de rebeldes, que tinham lançado uma ofensiva a partir de bases recuadas na Líbia no dia das eleições.

Os confrontos entre os rebeldes e o Exército tchadiano no maciço de Tibesti, que faz fronteira com a Líbia, são frequentes.

Em Fevereiro de 2019, uma outra incursão com o objectivo de derrubar Idriss Déby Itno, foi travada pela intervenção de caças bombardeiros da força aérea francesa, solicitada por Ndjamena.