Líder dos golpistas na Guiné-Conacri quer governo de unidade

Conacri - O líder dos golpistas na Guiné-Conacri prometeu hoje criar um "governo de unidade nacional" para liderar um período de "transição" política e assegurou que não haverá "caça às bruxas" contra o antigo governo.

"Será aberta uma consulta para descrever as grandes linhas da transição, depois será instituído um governo de unidade nacional para liderar a transição", disse o tenente-coronel Mamady Doumbouya num discurso, sem especificar a duração da consulta ou da transição.

Doumbouya transmitiu ainda uma mensagem aos parceiros e investigadores estrangeiros de que os novos líderes da Guiné-Conacri iriam manter os seus compromissos e pediu às empresas mineiras que continuassem as suas actividades, neste país que é um importante produtor de bauxite e minério.

O comité criado pelos golpistas assegura "parceiros económicos e financeiros da continuação normal das actividades no país", disse Mamady Doumbouya num discurso.

E acrescentou: "O comité assegura aos parceiros que respeitará todas as suas obrigações".

Os golpistas capturaram o Presidente Alpha Condé e dissolveram as instituições de Estado do país no passado domingo. Foi instituído um recolher obrigatório nocturno, e a constituição do país e a Assembleia Nacional foram ambas dissolvidas.

A junta militar recusou-se a revelar quando pretende libertar Condé, mas assegurou que o Presidente deposto, com 83 anos, tem acesso a cuidados médicos e aos seus médicos.

A CEDEAO apelou à libertação imediata de Alpha Condé e ameaçou impor sanções, se esta exigência não vier a ser satisfeita.

A Guiné-Conacri, país da África Ocidental que faz fronteira com a Guiné-Bissau e é um dos mais pobres do mundo e enfrenta, nos últimos meses, uma crise política e económica, agravada pela pandemia de covid-19.

"Será aberta uma consulta para descrever as grandes linhas da transição, depois será instituído um governo de unidade nacional para liderar a transição", disse o tenente-coronel Mamady Doumbouya num discurso, sem especificar a duração da consulta ou da transição.

Doumbouya transmitiu ainda uma mensagem aos parceiros e investigadores estrangeiros de que os novos líderes da Guiné-Conacri iriam manter os seus compromissos e pediu às empresas mineiras que continuassem as suas actividades, neste país que é um importante produtor de bauxite e minério.

O comité criado pelos golpistas assegura "parceiros económicos e financeiros da continuação normal das actividades no país", disse Mamady Doumbouya num discurso.

E acrescentou: "O comité assegura aos parceiros que respeitará todas as suas obrigações".

Os golpistas capturaram o Presidente Alpha Condé e dissolveram as instituições de Estado do país no passado domingo. Foi instituído um recolher obrigatório nocturno, e a constituição do país e a Assembleia Nacional foram ambas dissolvidas.

A junta militar recusou-se a revelar quando pretende libertar Condé, mas assegurou que o Presidente deposto, com 83 anos, tem acesso a cuidados médicos e aos seus médicos.

A CEDEAO apelou à libertação imediata de Alpha Condé e ameaçou impor sanções, se esta exigência não vier a ser satisfeita.

A Guiné-Conacri, país da África Ocidental que faz fronteira com a Guiné-Bissau e é um dos mais pobres do mundo e enfrenta, nos últimos meses, uma crise política e económica, agravada pela pandemia de covid-19.