Magistrados tunisinos prorrogam sua greve ilimitada

Túnis - Magistrados tunisinos prorrogaram a sua greve ilimitada até à assinatura, com o Governo, de um acordo definitivo como solução para todas as suas reivindicações, anunciou o Escritório da Associação dos Magistrados Tunisinos (AMT) .

Num comunicado publicado quinta-feira em Túnis, o presidente da AMT, Anas Hamadi, afirmou que o levantamento da decisão de greve está ligado à satisfação, pelo Governo, das reivindicações dos magistrados, nomeadamente a adopção do protocolo sanitário nos tribunais, a melhoria das condições de trabalho dos magistrados e a reforma do sistema judicial.

Do leque constam igualmente o aumento dos salários e a promulgação de uma lei fundamental que proteja a sua independência, segundo o responsável.

Anteriormente, o Escritório Executivo da AMT tinha anunciado uma greve geral de cinco dias, de 16 a 20 de Novembro de 2020, denunciando "condições catastróficas e o estado de saúde dos juízes, de que resultou a paralisia da justiça no país."

Desde então, o movimento grevista foi prolongando-se, segundo a AMT.

A instituição reclama pelo direito dos magistrados à cobertura social e ao acesso ao tratamento em hospitais militares.

Lembrou que mais de 250 magistrados contraíram o coronavírus devido à deterioração das condições de trabalho em tribunais, "que se tornaram em focos do vírus”.

Num comunicado publicado quinta-feira em Túnis, o presidente da AMT, Anas Hamadi, afirmou que o levantamento da decisão de greve está ligado à satisfação, pelo Governo, das reivindicações dos magistrados, nomeadamente a adopção do protocolo sanitário nos tribunais, a melhoria das condições de trabalho dos magistrados e a reforma do sistema judicial.

Do leque constam igualmente o aumento dos salários e a promulgação de uma lei fundamental que proteja a sua independência, segundo o responsável.

Anteriormente, o Escritório Executivo da AMT tinha anunciado uma greve geral de cinco dias, de 16 a 20 de Novembro de 2020, denunciando "condições catastróficas e o estado de saúde dos juízes, de que resultou a paralisia da justiça no país."

Desde então, o movimento grevista foi prolongando-se, segundo a AMT.

A instituição reclama pelo direito dos magistrados à cobertura social e ao acesso ao tratamento em hospitais militares.

Lembrou que mais de 250 magistrados contraíram o coronavírus devido à deterioração das condições de trabalho em tribunais, "que se tornaram em focos do vírus”.