Mais de 33 mil refugiados burundeses repatriados nos últimos seis meses

Bujumbura – Trinta e três mil novecentos e sessenta e três refugiados burundeses, equivalentes a 11 mil 336 famílias, foram repatriados e reintegrados nos últimos seis meses, anunciou terça-feira o ministro do Interior, Desenvolvimento Comunitário e Segurança Pública, Gervais Ndirakobuca.

Deste universo, 23 mil 821 regressaram da Tanzânia, principal país de acolhimento, sete mil 897 do Rwanda, mil 949 da República Democrática do Congo, 231 do Uganda, 60 do Quénia, quatro da Zâmbia e um do Malawi, segundo o governante.

Autoridades do Burundi mostram uma vontade política clara de repatriar "todos os refugiados com dignidade e segurança", acrescentou.

Este país dos Grandes Lagos africano conheceu um êxodo massivo da população na sequência da violência eleitoral de 2015.

Dos meio milhão de refugiados desta crise, mais de 280 mil ainda viviam no exílio desde o início do ano de 2020, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (HCR).

A agência humanitária onusina informa que 272 caravanas foram organizadas no decurso do ano transacto, para permitir o regresso a casa de 120 mil 494 refugiados burundeses.

Refugiados assistidos pelo ACNUR receberam "dinheiro contra regresso", bens de primeira necessidade para cada família.

A subvenção em dinheiro do ACNUR foi utilizada para despesas prioritárias, como a compra de bens domésticos (38 por cento), abrigo (24 por cento) e arrendamento de terrenos (19 por cento) para necessidades agrícolas.

Deste universo, 23 mil 821 regressaram da Tanzânia, principal país de acolhimento, sete mil 897 do Rwanda, mil 949 da República Democrática do Congo, 231 do Uganda, 60 do Quénia, quatro da Zâmbia e um do Malawi, segundo o governante.

Autoridades do Burundi mostram uma vontade política clara de repatriar "todos os refugiados com dignidade e segurança", acrescentou.

Este país dos Grandes Lagos africano conheceu um êxodo massivo da população na sequência da violência eleitoral de 2015.

Dos meio milhão de refugiados desta crise, mais de 280 mil ainda viviam no exílio desde o início do ano de 2020, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (HCR).

A agência humanitária onusina informa que 272 caravanas foram organizadas no decurso do ano transacto, para permitir o regresso a casa de 120 mil 494 refugiados burundeses.

Refugiados assistidos pelo ACNUR receberam "dinheiro contra regresso", bens de primeira necessidade para cada família.

A subvenção em dinheiro do ACNUR foi utilizada para despesas prioritárias, como a compra de bens domésticos (38 por cento), abrigo (24 por cento) e arrendamento de terrenos (19 por cento) para necessidades agrícolas.