Mali: 'Capacete azul' morre em ataque armado em Timbuktu

  • Mapa do Mali
Bamako - Um 'capacete azul' no Mali foi morto hoje durante um ataque armado em Timbuktu, no centro do país, anunciou o porta-voz do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Stéphane Dujarric, sem identificar a nacionalidade da vítima.

De acordo com Dujarric, o ataque também fez sete feridos entre os soldados de manutenção da paz, conhecidos por 'capacetes azuis', que conseguiram depois garantir a segurança da área e já lançaram uma investigação.

De acordo com a agência de notícias France-Presse, a operação da ONU no Mali é a mais mortífera para as forças de manutenção da paz.

O ataque acontece no mesmo dia em que o Conselho de Segurança das Nações Unidas expressou satisfação e "optimismo cauteloso" pelos progressos de estabilização no país, embora mantendo uma grande preocupação perante a violência inter-comunitária e dificuldades agravadas pela pandemia de covid-19.

Naquela que foi provavelmente a última participação no Conselho de Segurança do actual representante especial do secretário-geral da ONU no Mali, Mahamat Saleh Annadif sublinhou "dinâmicas positivas" em várias frentes, principalmente com a estabilização e operacionalidade do novo Governo de transição, após o golpe de Estado de Agosto passado.

Annadif, que lidera a Missão das Nações Unidas de Estabilização do Mali (Minusma) desde Dezembro de 2015, termina o seu mandato em Março.

A instabilidade que afecta o Mali começou com o golpe de Estado em 2012, quando vários grupos rebeldes e organizações fundamentalistas tomaram o poder do norte do país durante 10 meses.

Independente desde 1960, o Mali viveu, em 18 de Agosto, o quarto golpe militar na sua história, depois dos episódios ocorridos em 1968, 1991 e em 2012, na sequência do qual foi destituído da Presidência Ibrahim Boubacar Keita.

Portugal tem desde 01 de Julho uma Força Nacional Destacada no Mali, no âmbito da Minusma, que inclui 63 militares da Força Aérea Portuguesa e um avião de transporte C-295.

O objectivo da missão portuguesa é assegurar missões de transporte de passageiros e carga, transporte táctico em pistas não preparadas, evacuações médicas, largada de paraquedistas e vigilância aérea e garantir a segurança do campo norueguês de Bifrost, em Bamako, onde estão alojados os militares portugueses.

De acordo com Dujarric, o ataque também fez sete feridos entre os soldados de manutenção da paz, conhecidos por 'capacetes azuis', que conseguiram depois garantir a segurança da área e já lançaram uma investigação.

De acordo com a agência de notícias France-Presse, a operação da ONU no Mali é a mais mortífera para as forças de manutenção da paz.

O ataque acontece no mesmo dia em que o Conselho de Segurança das Nações Unidas expressou satisfação e "optimismo cauteloso" pelos progressos de estabilização no país, embora mantendo uma grande preocupação perante a violência inter-comunitária e dificuldades agravadas pela pandemia de covid-19.

Naquela que foi provavelmente a última participação no Conselho de Segurança do actual representante especial do secretário-geral da ONU no Mali, Mahamat Saleh Annadif sublinhou "dinâmicas positivas" em várias frentes, principalmente com a estabilização e operacionalidade do novo Governo de transição, após o golpe de Estado de Agosto passado.

Annadif, que lidera a Missão das Nações Unidas de Estabilização do Mali (Minusma) desde Dezembro de 2015, termina o seu mandato em Março.

A instabilidade que afecta o Mali começou com o golpe de Estado em 2012, quando vários grupos rebeldes e organizações fundamentalistas tomaram o poder do norte do país durante 10 meses.

Independente desde 1960, o Mali viveu, em 18 de Agosto, o quarto golpe militar na sua história, depois dos episódios ocorridos em 1968, 1991 e em 2012, na sequência do qual foi destituído da Presidência Ibrahim Boubacar Keita.

Portugal tem desde 01 de Julho uma Força Nacional Destacada no Mali, no âmbito da Minusma, que inclui 63 militares da Força Aérea Portuguesa e um avião de transporte C-295.

O objectivo da missão portuguesa é assegurar missões de transporte de passageiros e carga, transporte táctico em pistas não preparadas, evacuações médicas, largada de paraquedistas e vigilância aérea e garantir a segurança do campo norueguês de Bifrost, em Bamako, onde estão alojados os militares portugueses.