Mali: Eleições presidenciais e legislativas podem ser adiadas

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Bamako - As eleições presidenciais e legislativas previstas para o início do próximo ano, no Mali, podem ser adiadas por algumas semanas ou meses, disse hoje (domingo) o primeiro-ministro, Choguel Kokalla Maïga, destacando a importância de sua credibilidade.

"Será no dia 27 de Fevereiro (conforme inicialmente planeado), ou (poderá ser adiado) por duas semanas, dois meses, alguns meses, diremos no final dos encontros nacionais que serão realizados até o final de Outubro, disse Maiga em entrevista à AFP.

"O principal para nós é realizar até de 27 de Fevereiro e realizar eleições que não serão contestadas", disse o primeiro-ministro.

O calendário eleitoral que prevê eleições presidenciais e legislativas no Mali no final de Fevereiro ou início de Março "foi estabelecido com base nos requisitos da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), sem questionar o quais os passos necessários para chegar lá", explicou Choguel Kokalla Maïga.

"Decidimos (...) reunir todas as forças durante as Assembleias Nacionais de Refundação que se realizarão no final de Outubro".

"No final sairemos com uma agenda mais detalhada", acrescentou Maïga durante sua entrevista à AFP.

"É melhor organizar eleições pacíficas, reconhecidas por todos, do que organizar eleições com contestações", insistiu o primeiro-ministro.

"Decidimos ser pragmáticos, ser realistas, é muito importante ser realista na política, estar ligado à opinião pública nacional que hoje é a favor de eleições credíveis e pacíficas", defendeu o ex-funcionário público do Mali, que assumiu o cargo em Junho último, após um segundo golpe militar no Mali em menos de um ano.

 

"Será no dia 27 de Fevereiro (conforme inicialmente planeado), ou (poderá ser adiado) por duas semanas, dois meses, alguns meses, diremos no final dos encontros nacionais que serão realizados até o final de Outubro, disse Maiga em entrevista à AFP.

"O principal para nós é realizar até de 27 de Fevereiro e realizar eleições que não serão contestadas", disse o primeiro-ministro.

O calendário eleitoral que prevê eleições presidenciais e legislativas no Mali no final de Fevereiro ou início de Março "foi estabelecido com base nos requisitos da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), sem questionar o quais os passos necessários para chegar lá", explicou Choguel Kokalla Maïga.

"Decidimos (...) reunir todas as forças durante as Assembleias Nacionais de Refundação que se realizarão no final de Outubro".

"No final sairemos com uma agenda mais detalhada", acrescentou Maïga durante sua entrevista à AFP.

"É melhor organizar eleições pacíficas, reconhecidas por todos, do que organizar eleições com contestações", insistiu o primeiro-ministro.

"Decidimos ser pragmáticos, ser realistas, é muito importante ser realista na política, estar ligado à opinião pública nacional que hoje é a favor de eleições credíveis e pacíficas", defendeu o ex-funcionário público do Mali, que assumiu o cargo em Junho último, após um segundo golpe militar no Mali em menos de um ano.