Marrocos: Polícia desmantela célula terrorista leal ao Estado Islâmico

Rabat - A polícia marroquina desmantelou hoje, terça-feira, uma célula terrorista de três pessoas, suspeitas de recrutar seguidores para o grupo extremista Estado Islâmico (EI), de exaltar os actos dos 'jihadistas' no Afeganistão e de planear actos terroristas em Marrocos.

O Departamento Central de Investigação Judicial (unidade antiterrorista) afirmou, num comunicado, que os três integrantes da célula - de 21, 27 e 37 anos e nacionalidade marroquina - realizavam a sua actividade na cidade de Errachidía, sudeste do país.

A operação, realizada pelos efectivos da Direcção-Geral de Vigilância do Território (serviço de informação interna), permitiu a detenção do líder da célula que, segundo as investigações, recrutou e doutrinou seguidores e utilizou um armazém como lugar de oração, depois de ter proibido os seguidores de orar nas mesquitas.

A nota precisa que os integrantes da célula escolheram uma personalidade que actua numa instituição pública como alvo iminente de um ato terrorista, mas não dá mais detalhes sobre sua identidade.

Durante as buscas realizadas nas residências dos suspeitos e num estabelecimento, as tropas marroquinas apreenderam equipamentos de informática, telemóveis, uniformes paramilitares, manuscritos elogiando o EI e cartazes do Estado Islâmico de Khorasan (ramo do EI no Afeganistão).

Os três suspeitos foram colocados sob custódia policial para a investigação de possíveis ramificações da célula.

O Departamento Central de Investigação Judicial (unidade antiterrorista) afirmou, num comunicado, que os três integrantes da célula - de 21, 27 e 37 anos e nacionalidade marroquina - realizavam a sua actividade na cidade de Errachidía, sudeste do país.

A operação, realizada pelos efectivos da Direcção-Geral de Vigilância do Território (serviço de informação interna), permitiu a detenção do líder da célula que, segundo as investigações, recrutou e doutrinou seguidores e utilizou um armazém como lugar de oração, depois de ter proibido os seguidores de orar nas mesquitas.

A nota precisa que os integrantes da célula escolheram uma personalidade que actua numa instituição pública como alvo iminente de um ato terrorista, mas não dá mais detalhes sobre sua identidade.

Durante as buscas realizadas nas residências dos suspeitos e num estabelecimento, as tropas marroquinas apreenderam equipamentos de informática, telemóveis, uniformes paramilitares, manuscritos elogiando o EI e cartazes do Estado Islâmico de Khorasan (ramo do EI no Afeganistão).

Os três suspeitos foram colocados sob custódia policial para a investigação de possíveis ramificações da célula.