Marrocos recupera mais de 20 corpos de migrantes no mar

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Rabat - A Marinha marroquina recuperou do mar mais de 20 corpos de migrantes subsaharianos, após o naufrágio de um barco próximo a Dakhla, no sul do Sahara Ocidental, disseram hoje (quinta-feira) fontes oficiais e a associação Caminando Fronteras.

A fundadora da organização não-governamental (ONG) Caminando Fronteras, Helena Maleno, declarou à agência de notícias EFE que os corpos, descobertos na quarta-feira, são de 21 mulheres e uma rapariga, que pretendiam chegar clandestinamente às Ilhas Canárias.

Helena Maleno indicou que os restos mortais podem ser de migrantes que partiram na última segunda-feira num barco das praias de Dakhla com 86 pessoas e que estão desaparecidos.

Familiares dos membros da tripulação explicaram à ONG que alguns dos corpos encontrados correspondem às pessoas que estavam a bordo daquele barco, segundo Maleno.

A porta-voz de Caminando Fronteras garantiu que alertou as autoridades marroquinas e espanholas do desaparecimento daquele barco nas águas do Atlântico.

A responsável acrescentou que os corpos das mulheres foram levados para a morgue da cidade de Bir Ganduz, a 288 quilómetros ao sul de Dakhla, e que 10 delas tinham passaportes (cinco guineenses e cinco ivoirienses).

Uma fonte oficial marroquina, ouvida pela EFE, confirmou a descoberta nas últimas horas dos corpos de migrantes subsaarianos, mas sem dar maiores detalhes.

De acordo com os últimos dados do Ministério do Interior espanhol, mais de 16.500 migrantes chegaram de forma irregular a Espanha durante os primeiros sete meses de 2021, mais 5.409 do que no mesmo período de 2020 (48,4% a mais) e a maioria fê-lo por via marítima, mais de 15.000, em cerca de mil embarcações.

 

A fundadora da organização não-governamental (ONG) Caminando Fronteras, Helena Maleno, declarou à agência de notícias EFE que os corpos, descobertos na quarta-feira, são de 21 mulheres e uma rapariga, que pretendiam chegar clandestinamente às Ilhas Canárias.

Helena Maleno indicou que os restos mortais podem ser de migrantes que partiram na última segunda-feira num barco das praias de Dakhla com 86 pessoas e que estão desaparecidos.

Familiares dos membros da tripulação explicaram à ONG que alguns dos corpos encontrados correspondem às pessoas que estavam a bordo daquele barco, segundo Maleno.

A porta-voz de Caminando Fronteras garantiu que alertou as autoridades marroquinas e espanholas do desaparecimento daquele barco nas águas do Atlântico.

A responsável acrescentou que os corpos das mulheres foram levados para a morgue da cidade de Bir Ganduz, a 288 quilómetros ao sul de Dakhla, e que 10 delas tinham passaportes (cinco guineenses e cinco ivoirienses).

Uma fonte oficial marroquina, ouvida pela EFE, confirmou a descoberta nas últimas horas dos corpos de migrantes subsaarianos, mas sem dar maiores detalhes.

De acordo com os últimos dados do Ministério do Interior espanhol, mais de 16.500 migrantes chegaram de forma irregular a Espanha durante os primeiros sete meses de 2021, mais 5.409 do que no mesmo período de 2020 (48,4% a mais) e a maioria fê-lo por via marítima, mais de 15.000, em cerca de mil embarcações.