Ministro dos Negócios Estrangeiros do Zimbabwe morre com covid-19

Harare - O ministro dos Negócios Estrangeiros do Zimbabwe, Sibusiso Busi Moyo, o militar que anunciou a tomada do país pelas Forças Armadas zimbabweanas que levou à queda de Robert Mugabe, em 2017, morreu hoje vítima de covid-19, anunciou a Presidência.

Moyo morreu esta manhã aos 61 anos de idade num hospital da capital do país, Harare, confirmou o porta-voz da Presidência, George Charamba, numa declaração.

O próprio Presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, confirmou a morte do ministro e partilhou uma mensagem de homenagem ao falecido veterano da luta do país pela independência.

"O Zimbabwe perdeu um funcionário público dedicado e um verdadeiro herói e eu perdi um amigo. Lutou toda a sua vida para que o Zimbabwe pudesse ser livre. Que descanse em paz", escreveu o chefe de Estado, na rede social Twitter.

Moyo, um general do exército aposentado, ficou conhecido em finais de 2017 pelo seu papel na tomada do poder pelos militares que levou à demissão forçada do ex-presidente Robert Mugabe, após quase quatro décadas no poder.

O homem que mais tarde se tornaria ministro dos Negócios Estrangeiros foi encarregado de aparecer na televisão pública do Zimbabué às primeiras horas da manhã de 15 de Novembro de 2017 para anunciar, de uniforme, que os militares tinham tomado o controlo do país.

A operação levaria à demissão de Mugabe - forçada pelas Forças Armadas e pela própria liderança do seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabwe -- Frente Patriótica (ZANU-PF) - uma semana mais tarde. Mugabe considerou sempre esta operação como um golpe de Estado.

Moyo é o segundo membro do executivo do Zimbabwe a morrer da covid-19 em apenas alguns dias. Ellen Gwaradzimba, ministra para os Assuntos Provinciais de Manicaland -- uma província do país a leste de Harare, na fronteira com Moçambique -- morreu no passado dia 15, aos 60 anos de idade.

O Zimbabwe confirmou até agora 28.675 casos de infecção com covid-19 e um total de 825 mortes.

Moyo morreu esta manhã aos 61 anos de idade num hospital da capital do país, Harare, confirmou o porta-voz da Presidência, George Charamba, numa declaração.

O próprio Presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, confirmou a morte do ministro e partilhou uma mensagem de homenagem ao falecido veterano da luta do país pela independência.

"O Zimbabwe perdeu um funcionário público dedicado e um verdadeiro herói e eu perdi um amigo. Lutou toda a sua vida para que o Zimbabwe pudesse ser livre. Que descanse em paz", escreveu o chefe de Estado, na rede social Twitter.

Moyo, um general do exército aposentado, ficou conhecido em finais de 2017 pelo seu papel na tomada do poder pelos militares que levou à demissão forçada do ex-presidente Robert Mugabe, após quase quatro décadas no poder.

O homem que mais tarde se tornaria ministro dos Negócios Estrangeiros foi encarregado de aparecer na televisão pública do Zimbabué às primeiras horas da manhã de 15 de Novembro de 2017 para anunciar, de uniforme, que os militares tinham tomado o controlo do país.

A operação levaria à demissão de Mugabe - forçada pelas Forças Armadas e pela própria liderança do seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabwe -- Frente Patriótica (ZANU-PF) - uma semana mais tarde. Mugabe considerou sempre esta operação como um golpe de Estado.

Moyo é o segundo membro do executivo do Zimbabwe a morrer da covid-19 em apenas alguns dias. Ellen Gwaradzimba, ministra para os Assuntos Provinciais de Manicaland -- uma província do país a leste de Harare, na fronteira com Moçambique -- morreu no passado dia 15, aos 60 anos de idade.

O Zimbabwe confirmou até agora 28.675 casos de infecção com covid-19 e um total de 825 mortes.