Moçambique: Guterres condena alegados massacres e exige investigação

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Nova Iorque - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou nesta quarta-feira, 11, os alegados massacres em Cabo Delgado, Norte de Moçambique, e instou as autoridades do país a conduzir uma investigação sobre os incidentes.

“O secretário-geral está chocado com os recentes relatos de massacres perpetrados por grupos armados em várias aldeias na província de Cabo Delgado, incluindo a decapitação e rapto de mulheres e crianças”, pode ler-se num comunicado divulgado em Lisboa e Maputo, pelo porta-voz, Stephane Dujarric.

Na nota, acrescenta-se que o responsável da ONU “condena veementemente essa brutalidade atroz”.

Segundo a rádio inglesa, BBC, jihadistas ligados ao Estado Islâmico decapitaram mais de 50 pessoas, no norte de Moçambique, entre a passada sexta-feira e domingo.

No dia 06 de Novembro, o grupo terrorista atacou de surpresa a aldeia de Nanjaba, disparando contra vários habitantes e incendiando várias casas.

Foi o pior ataque levado a cabo por um grupo islâmico em Moçambique de que há memória, avançou a BBC.

 

 

“O secretário-geral está chocado com os recentes relatos de massacres perpetrados por grupos armados em várias aldeias na província de Cabo Delgado, incluindo a decapitação e rapto de mulheres e crianças”, pode ler-se num comunicado divulgado em Lisboa e Maputo, pelo porta-voz, Stephane Dujarric.

Na nota, acrescenta-se que o responsável da ONU “condena veementemente essa brutalidade atroz”.

Segundo a rádio inglesa, BBC, jihadistas ligados ao Estado Islâmico decapitaram mais de 50 pessoas, no norte de Moçambique, entre a passada sexta-feira e domingo.

No dia 06 de Novembro, o grupo terrorista atacou de surpresa a aldeia de Nanjaba, disparando contra vários habitantes e incendiando várias casas.

Foi o pior ataque levado a cabo por um grupo islâmico em Moçambique de que há memória, avançou a BBC.