Mali: Sobe para nove o número de mortos em ataque jihadista

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Bamako - Um novo balanço do ataque jihadista de hoje a um posto no centro do Mali aumentou para nove os soldados malianos mortos nesta região que é um dos focos de violência que atinge o Sahel, indicaram responsáveis da segurança.

Uma avaliação anterior tinha indicado a morte de quatro soldados.

O posto Boni, entre Douentza e Hombori, na região de Mopti, foi atacado por volta das 06h00 "por indivíduos fortemente armados em veículos blindados", disse um dos funcionários.

Sob anonimato, a mesma fonte apontou um balanço provisório deste ataque de quatro mortos e 10 feridos, incluindo dois em estado grave, nas fileiras do Exército.

A utilização de equipamento blindado por jihadistas em tais ataques, a comprovar-se, é extremamente rara.

O acampamento foi muito danificado e os atacantes levaram muito equipamento, acrescentou.

Um funcionário do Ministério da Segurança confirmou a morte de quatro soldados no ataque.

O Exército maliano disse, através de redes sociais, que recebeu apoio aéreo de Barkhane, a força anti-jihadista francesa no Sahel. Segundo um oficial militar do Mali, os jihadistas sofreram "perdas pesadas".

A zona tem sido recentemente palco de operações intensas contra os jihadistas.

Portugal tem desde 01 de Julho do ano passado uma Força Nacional Destacada no Mali, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada para a Estabilização do Mali (Minusma), das Nações Unidas, que inclui 63 militares da Força Aérea Portuguesa e um avião de transporte C-295.

O objetivo da missão portuguesa é assegurar missões de transporte de passageiros e carga, transporte tático em pistas não preparadas, evacuações médicas, largada de paraquedistas e vigilância aérea e garantir a segurança do campo norueguês de Bifrost, em Bamako, capital do Mali, onde estão alojados os militares portugueses.

Uma avaliação anterior tinha indicado a morte de quatro soldados.

O posto Boni, entre Douentza e Hombori, na região de Mopti, foi atacado por volta das 06h00 "por indivíduos fortemente armados em veículos blindados", disse um dos funcionários.

Sob anonimato, a mesma fonte apontou um balanço provisório deste ataque de quatro mortos e 10 feridos, incluindo dois em estado grave, nas fileiras do Exército.

A utilização de equipamento blindado por jihadistas em tais ataques, a comprovar-se, é extremamente rara.

O acampamento foi muito danificado e os atacantes levaram muito equipamento, acrescentou.

Um funcionário do Ministério da Segurança confirmou a morte de quatro soldados no ataque.

O Exército maliano disse, através de redes sociais, que recebeu apoio aéreo de Barkhane, a força anti-jihadista francesa no Sahel. Segundo um oficial militar do Mali, os jihadistas sofreram "perdas pesadas".

A zona tem sido recentemente palco de operações intensas contra os jihadistas.

Portugal tem desde 01 de Julho do ano passado uma Força Nacional Destacada no Mali, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada para a Estabilização do Mali (Minusma), das Nações Unidas, que inclui 63 militares da Força Aérea Portuguesa e um avião de transporte C-295.

O objetivo da missão portuguesa é assegurar missões de transporte de passageiros e carga, transporte tático em pistas não preparadas, evacuações médicas, largada de paraquedistas e vigilância aérea e garantir a segurança do campo norueguês de Bifrost, em Bamako, capital do Mali, onde estão alojados os militares portugueses.