Moçambique: Presidente rwandês inicia visita a Cabo Delgado

Moçambique - O Presidente rwandês, Paul Kagamé, inicia hoje uma visita ao norte de Moçambique, onde tropas do Rwanda estão desde Julho a apoiar o combate à insurgência armada em Cabo Delgado.

O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, vai receber o seu homólogo em Pemba, capital provincial, para uma saudação às forças rwandesas, anunciou a presidência, em Maputo.

Paul Kagamé vai participar, como convidado de honra, nas celebrações do dia 25 de Setembro, Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

Ainda em Pemba, os dois estadistas vão manter conversações oficiais para analisar a cooperação bilateral entre Moçambique e Rwanda, bem como "passar em revista assuntos de interesse comum, da região e do continente".

Cabo Delgado é uma província rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

O conflito já provocou mais de 3.100 mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, segundo as autoridades moçambicanas.

Desde Julho, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio do Rwanda a que se juntou depois a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) permitiu aumentar a segurança, recuperando várias zonas onde havia presença de rebeldes, nomeadamente a vila de Mocímboa da Praia, que estava ocupada desde Agosto de 2020.

O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, vai receber o seu homólogo em Pemba, capital provincial, para uma saudação às forças rwandesas, anunciou a presidência, em Maputo.

Paul Kagamé vai participar, como convidado de honra, nas celebrações do dia 25 de Setembro, Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

Ainda em Pemba, os dois estadistas vão manter conversações oficiais para analisar a cooperação bilateral entre Moçambique e Rwanda, bem como "passar em revista assuntos de interesse comum, da região e do continente".

Cabo Delgado é uma província rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

O conflito já provocou mais de 3.100 mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, segundo as autoridades moçambicanas.

Desde Julho, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio do Rwanda a que se juntou depois a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) permitiu aumentar a segurança, recuperando várias zonas onde havia presença de rebeldes, nomeadamente a vila de Mocímboa da Praia, que estava ocupada desde Agosto de 2020.