Moçambique: Veteranos da guerra colonial estão a dar lição de patriotismo - PR

  • Bandeira de Mocambique
Maputo - O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, considerou hoje, terça-feira, que os veteranos da luta de libertação nacional contra o colonialismo português estão novamente a dar uma lição de patriotismo, ao envolver-se no combate contra os grupos armados em Cabo Delgado.

"Saudamos, de forma particular, a lição dada pelos veteranos da luta de libertação nacional que, juntamente com os jovens das Forças de Defesa e Segurança, e sem falarem muito, lutam lado a lado, transmitindo os seus conhecimentos, experiência e bravura aos mais novos", afirmou Nyusi.

O chefe de Estado moçambicano falava na cidade de Nampula, norte do país, no discurso alusivo às celebrações do Dia da Vitória, que marca a assinatura dos Acordos de Lusaka, rubricados em 07 de Setembro de 1974 entre a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, e o Governo português, abrindo caminho à proclamação da independência do território do país africano.

O envolvimento dos combatentes da luta pela independência, prosseguiu, no combate contra os grupos armados na província de Cabo Delgado, está a contribuir para os desaires que os terroristas estão a sofrer.

Filipe Nyusi destacou a parceria entre os veteranos da guerra colonial, Forças de Defesa e Segurança, forças governamentais do Ruanda e missão militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) como fundamental para o sucesso que o país está a registar na luta contra a insurgéncia em Cabo Delgado.

Reconhecendo o papel dos antigos combatentes na independência do país, o Presidente assinalou que o Governo está empenhado na valorização e integração social e económica dos veteranos e dos seus descendentes.

"Ao longo de 35 anos de implementação do processo de fixação de pensões, foi possível registar 169.651 combatentes, tendo sido fixados 128.254 pensões, o que equivale a dizer que 76% de todos os combatentes, no geral, já têm as suas pensões fixadas", declarou.

Com uma forte presença em Cabo Delgado, por ser uma província que serviu de reduto da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), os veteranos da guerra colonial, conhecidos como força local, têm sido uma peça fundamental na luta contra os insurgentes, devido ao conhecimento que tem do terreno e das florestas da região.

No discurso alusivo ao Dia da Vitória, o chefe de Estado moçambicano disse que os grupos armados que actuam na província de Cabo Delgado perderam "quase todos os espaços" que haviam ocupado, mas alertou para a necessidade de "vigilância", porque "o inimigo é perigoso".

"Neste momento, recuperámos quase todos os espaços que haviam sido ocupados pelos terroristas, estando a decorrer operações de limpeza e esclarecimento combativo", afirmou Nyusi.

"As ofensivas de caça ao inimigo que realizamos nas últimas semanas com as Forças de Defesa e Segurança na vanguarda (...) estão a sufocar o inimigo", acrescentou.

Filipe Nyusi disse que a acção dos grupos armados resultou na morte de mais de duas mil pessoas, fuga de mais de 850 mil e destruição de centenas de infraestruturas sociais e económicas.

Os festejos do Dia da Vitória foram marcados pela atribuição de condecorações a 1.547 veteranos da luta de libertação nacional em todo o país, em reconhecimento pelos seus feitos na guerra contra o colonialismo português.

"Saudamos, de forma particular, a lição dada pelos veteranos da luta de libertação nacional que, juntamente com os jovens das Forças de Defesa e Segurança, e sem falarem muito, lutam lado a lado, transmitindo os seus conhecimentos, experiência e bravura aos mais novos", afirmou Nyusi.

O chefe de Estado moçambicano falava na cidade de Nampula, norte do país, no discurso alusivo às celebrações do Dia da Vitória, que marca a assinatura dos Acordos de Lusaka, rubricados em 07 de Setembro de 1974 entre a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, e o Governo português, abrindo caminho à proclamação da independência do território do país africano.

O envolvimento dos combatentes da luta pela independência, prosseguiu, no combate contra os grupos armados na província de Cabo Delgado, está a contribuir para os desaires que os terroristas estão a sofrer.

Filipe Nyusi destacou a parceria entre os veteranos da guerra colonial, Forças de Defesa e Segurança, forças governamentais do Ruanda e missão militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) como fundamental para o sucesso que o país está a registar na luta contra a insurgéncia em Cabo Delgado.

Reconhecendo o papel dos antigos combatentes na independência do país, o Presidente assinalou que o Governo está empenhado na valorização e integração social e económica dos veteranos e dos seus descendentes.

"Ao longo de 35 anos de implementação do processo de fixação de pensões, foi possível registar 169.651 combatentes, tendo sido fixados 128.254 pensões, o que equivale a dizer que 76% de todos os combatentes, no geral, já têm as suas pensões fixadas", declarou.

Com uma forte presença em Cabo Delgado, por ser uma província que serviu de reduto da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), os veteranos da guerra colonial, conhecidos como força local, têm sido uma peça fundamental na luta contra os insurgentes, devido ao conhecimento que tem do terreno e das florestas da região.

No discurso alusivo ao Dia da Vitória, o chefe de Estado moçambicano disse que os grupos armados que actuam na província de Cabo Delgado perderam "quase todos os espaços" que haviam ocupado, mas alertou para a necessidade de "vigilância", porque "o inimigo é perigoso".

"Neste momento, recuperámos quase todos os espaços que haviam sido ocupados pelos terroristas, estando a decorrer operações de limpeza e esclarecimento combativo", afirmou Nyusi.

"As ofensivas de caça ao inimigo que realizamos nas últimas semanas com as Forças de Defesa e Segurança na vanguarda (...) estão a sufocar o inimigo", acrescentou.

Filipe Nyusi disse que a acção dos grupos armados resultou na morte de mais de duas mil pessoas, fuga de mais de 850 mil e destruição de centenas de infraestruturas sociais e económicas.

Os festejos do Dia da Vitória foram marcados pela atribuição de condecorações a 1.547 veteranos da luta de libertação nacional em todo o país, em reconhecimento pelos seus feitos na guerra contra o colonialismo português.