Morreu eminente jornalista sul-africana de covid-19

Cidade do Cabo - A veterana jornalista sul-africana Karima Brown sucumbiu a complicações relacionadas com a covid-19, nesta quinta-feira.

Karima Brown ocupou vários cargos séniores nos meios de comunicação social, incluindo o de editora política no Business Day, editora de grupo na Independent Media, e apresentou o seu próprio programa de televisão.

O Clube Nacional de Imprensa prestou homenagem à Brown como uma jornalista corajosa e empenhada que se levantou contra a corrupção, lamentando contudo que foi decepcionante que, mesmo na morte, ela continuasse a ser vilipendiada por algumas pessoas nas redes sociais.

O ANC, partido no poder, estendeu igualmente as suas condolências à sua família e disse que se juntou aos milhões de sul-africanos que disseram que a morte de Karima Brown foi uma enorme perda para o mundo da imprensa.

"Como ANC, lembrá-la-emos pelo seu empenho altruísta a favor da libertação do povo sul-africano", indicou numa declaração.

O Le South African National Editors' Forum  (SANEF) referiu, por seu turno, que Karima Brown seria lembrada pela sua intrepidez, acrescentando que ela não era estranha à controvérsia.

A SANEF escreveu ao ministro da Saúde, Zweli Mkhize, para pedir que os jornalistas sejam incluídos na lista de trabalhadores essenciais a serem os primeiros a receber as vacinas contra covid-19.

Brown foi enterrada numa cerimónia privada, na Cidade do Cabo, de acordo com os ritos e tradições islâmicas.

Karima Brown ocupou vários cargos séniores nos meios de comunicação social, incluindo o de editora política no Business Day, editora de grupo na Independent Media, e apresentou o seu próprio programa de televisão.

O Clube Nacional de Imprensa prestou homenagem à Brown como uma jornalista corajosa e empenhada que se levantou contra a corrupção, lamentando contudo que foi decepcionante que, mesmo na morte, ela continuasse a ser vilipendiada por algumas pessoas nas redes sociais.

O ANC, partido no poder, estendeu igualmente as suas condolências à sua família e disse que se juntou aos milhões de sul-africanos que disseram que a morte de Karima Brown foi uma enorme perda para o mundo da imprensa.

"Como ANC, lembrá-la-emos pelo seu empenho altruísta a favor da libertação do povo sul-africano", indicou numa declaração.

O Le South African National Editors' Forum  (SANEF) referiu, por seu turno, que Karima Brown seria lembrada pela sua intrepidez, acrescentando que ela não era estranha à controvérsia.

A SANEF escreveu ao ministro da Saúde, Zweli Mkhize, para pedir que os jornalistas sejam incluídos na lista de trabalhadores essenciais a serem os primeiros a receber as vacinas contra covid-19.

Brown foi enterrada numa cerimónia privada, na Cidade do Cabo, de acordo com os ritos e tradições islâmicas.