Nigéria: Raptados de dois cidadãos chineses

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Abuja – Dois empregados chineses de uma mina de ouro do Sudoeste da Nigéria foram raptados por homens armados, indicou nesta quarta-feira, 07, a Polícia nigeriana citada pela AFP.

De acordo com a porta-voz da Polícia, Yemisi Opalola, o rapto que resultou no ferimento de dois guardas, teve lugar segunda-feira, 05, na localidade de Okepa Itikan, Estado de Osun.

“Zhao Jian, 33 anos, e Wen, 50 anos, trabalhavam num site mineiro”, indicou a porta-voz da Polícia, sem precisar o nome da empresa mineira que empregava os dois homens.

Na Nigéria, são frequentes os raptos a troco de resgates, nomeadamente no Sul, uma região petrolífera, sendo as empresas chinesas os principiais alvos de tais actos criminosos.

A 01 de Fevereiro, três chineses foram raptados e a sua guarda assassinada, na sequencia de um diferendo com os trabalhadores numa zona mineira da região de Atakumosa pertencente ao mesmo Estado de Osun.

Foram soltos depois de duas semanas de cativeiro. Em Julho de 2020, quatro outros chineses foram raptados num “site mineiro” do Estado de Cross River, tendo sido libertados um mês depois.

De acordo com a porta-voz da Polícia, Yemisi Opalola, o rapto que resultou no ferimento de dois guardas, teve lugar segunda-feira, 05, na localidade de Okepa Itikan, Estado de Osun.

“Zhao Jian, 33 anos, e Wen, 50 anos, trabalhavam num site mineiro”, indicou a porta-voz da Polícia, sem precisar o nome da empresa mineira que empregava os dois homens.

Na Nigéria, são frequentes os raptos a troco de resgates, nomeadamente no Sul, uma região petrolífera, sendo as empresas chinesas os principiais alvos de tais actos criminosos.

A 01 de Fevereiro, três chineses foram raptados e a sua guarda assassinada, na sequencia de um diferendo com os trabalhadores numa zona mineira da região de Atakumosa pertencente ao mesmo Estado de Osun.

Foram soltos depois de duas semanas de cativeiro. Em Julho de 2020, quatro outros chineses foram raptados num “site mineiro” do Estado de Cross River, tendo sido libertados um mês depois.