No Dia de Mandela, ONU reflecte sobre “legado de um homem extraordinário”

  • Secretário-geral da ONU, Antonio Guterres (Foto arquivo)
Nova Iorque - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, considerou que as mensagens de Madiba, nome do qual Nelson Mandela é mais conhecido na África do Sul, devem constituir inspiração num mundo com sociedades mais polarizadas e aumento do discurso do ódio.

Para celebrar o Dia Internacional de Nelson Mandela, o secretário-geral prestou homenagem “a um homem extraordinário, que personificou as aspirações mais altas das Nações Unidas”.

António Guterres lembrou que “os apelos de Madiba em prol da solidariedade e pelo fim do racismo são muito relevantes hoje, já que a coesão social no mundo é ameaçada pela divisão”.

O líder da ONU destacou que as sociedades estão “mais polarizadas, com aumento do discurso de ódio, além da desinformação, que está a obscurecer a verdade, questionando a ciência e minando as instituições democráticas”.

Ao marcar o Dia de Mandela, Guterres mencionou a covid-19, que tem prejudicado “anos de progresso na luta global contra a pobreza”, lamentando que em tempos de crise, "os marginalizados e os discriminados são os que mais sofrem”.

Segundo Guterres, a pandemia mostrou a “importância vital da solidariedade humana e da união”, que foram valores transmitidos por “Nelson Mandela na sua luta pela justiça”.

O secretário-geral disse esperar que todos fiquem inspirados “com a mensagem de Madiba de que cada um de nós pode fazer a diferença na promoção da paz, dos direitos humanos, na harmonia com a natureza e na dignidade para todos”.

António Guterres pediu ainda que todos honrem o apelo de Madiba à acção e fiquem mais fortes graças ao seu legado.

O Nobel da Paz e ex-presidente da África do Sul completaria 103 anos neste neste domingo, 18 de Julho.

As Nações Unidas lembram hoje a vida e o legado do líder histórico sul-africano considerado um “defensor global da dignidade, igualdade, justiça e direitos humanos”.

Biografia

Advogado, Mandela foi líder do movimento contra o apartheid na África do Sul e por isso foi preso, em 1962. Condenado à prisão perpétua, foi finalmente solto em 1990. Três anos depois, foi laureado com o Prémio Nobel da Paz.

Nelson Mandela foi o primeiro presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999. Morreu aos 95 anos, a 05 de Dezembro de 2013.

Para celebrar o Dia Internacional de Nelson Mandela, o secretário-geral prestou homenagem “a um homem extraordinário, que personificou as aspirações mais altas das Nações Unidas”.

António Guterres lembrou que “os apelos de Madiba em prol da solidariedade e pelo fim do racismo são muito relevantes hoje, já que a coesão social no mundo é ameaçada pela divisão”.

O líder da ONU destacou que as sociedades estão “mais polarizadas, com aumento do discurso de ódio, além da desinformação, que está a obscurecer a verdade, questionando a ciência e minando as instituições democráticas”.

Ao marcar o Dia de Mandela, Guterres mencionou a covid-19, que tem prejudicado “anos de progresso na luta global contra a pobreza”, lamentando que em tempos de crise, "os marginalizados e os discriminados são os que mais sofrem”.

Segundo Guterres, a pandemia mostrou a “importância vital da solidariedade humana e da união”, que foram valores transmitidos por “Nelson Mandela na sua luta pela justiça”.

O secretário-geral disse esperar que todos fiquem inspirados “com a mensagem de Madiba de que cada um de nós pode fazer a diferença na promoção da paz, dos direitos humanos, na harmonia com a natureza e na dignidade para todos”.

António Guterres pediu ainda que todos honrem o apelo de Madiba à acção e fiquem mais fortes graças ao seu legado.

O Nobel da Paz e ex-presidente da África do Sul completaria 103 anos neste neste domingo, 18 de Julho.

As Nações Unidas lembram hoje a vida e o legado do líder histórico sul-africano considerado um “defensor global da dignidade, igualdade, justiça e direitos humanos”.

Biografia

Advogado, Mandela foi líder do movimento contra o apartheid na África do Sul e por isso foi preso, em 1962. Condenado à prisão perpétua, foi finalmente solto em 1990. Três anos depois, foi laureado com o Prémio Nobel da Paz.

Nelson Mandela foi o primeiro presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999. Morreu aos 95 anos, a 05 de Dezembro de 2013.