OIM apela à ajuda para 11.500 deslocados no Chade por inundações

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Ndjamena - A Organização Internacional para as Migrações (OIM) disse hoje que é "necessária" uma ajuda de emergência para 11.500 deslocados no Chade, por causa das fortes inundações que tem atingido a capital Ndjamena, desde Agosto.

"As inundações, que causaram danos catastróficos, são o resultado da subida das águas que provocaram o transbordo do rio Chari e a rutura dos diques no nono distrito de Ndjamena", disse a OIM numa declaração.

"Agora, é urgente intensificar os nossos esforços para fornecer rapidamente abrigo adequado e apoio de emergência às vítimas da catástrofe, uma vez que a propagação da covid-19 em espaços de vida restritos e o risco de doenças transmitidas pela água, que são endémicas na região, suscitam preocupações", afirmou Anne Schaefer, chefe de missão da OIM no Chade.

O 9.º distrito, a sul da capital chadiana, tem sido afectado por fortes chuvas desde agosto.

A OIM e o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) prestaram assistência a alguns dos deslocados, incluindo soluções de realojamento.

A região é frequentemente afectada por inundações, mas François-Xavier Ada Affana, oficial de comunicações da OIM, citado pela agência France-Presse, notou que "esta é a primeira vez, em anos", que se registam "chuvas tão fortes".

"Este ano tem sido particularmente chuvoso (...) Estas fortes chuvas causaram muitos danos, com casas a ruir e pessoas deslocadas", afirmou, por seu lado, Hamid Abakar Souleymane, vice-director da agência meteorológica nacional.

Cerca de 393.000 pessoas estão actualmente deslocadas na província do Lago, a montante da capital chadiana, devido às "alterações climáticas e insegurança causadas pelas ações do grupo [terrorista] Boko Haram e outros grupos armados não estatais", referiu a OIM.

 

"As inundações, que causaram danos catastróficos, são o resultado da subida das águas que provocaram o transbordo do rio Chari e a rutura dos diques no nono distrito de Ndjamena", disse a OIM numa declaração.

"Agora, é urgente intensificar os nossos esforços para fornecer rapidamente abrigo adequado e apoio de emergência às vítimas da catástrofe, uma vez que a propagação da covid-19 em espaços de vida restritos e o risco de doenças transmitidas pela água, que são endémicas na região, suscitam preocupações", afirmou Anne Schaefer, chefe de missão da OIM no Chade.

O 9.º distrito, a sul da capital chadiana, tem sido afectado por fortes chuvas desde agosto.

A OIM e o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) prestaram assistência a alguns dos deslocados, incluindo soluções de realojamento.

A região é frequentemente afectada por inundações, mas François-Xavier Ada Affana, oficial de comunicações da OIM, citado pela agência France-Presse, notou que "esta é a primeira vez, em anos", que se registam "chuvas tão fortes".

"Este ano tem sido particularmente chuvoso (...) Estas fortes chuvas causaram muitos danos, com casas a ruir e pessoas deslocadas", afirmou, por seu lado, Hamid Abakar Souleymane, vice-director da agência meteorológica nacional.

Cerca de 393.000 pessoas estão actualmente deslocadas na província do Lago, a montante da capital chadiana, devido às "alterações climáticas e insegurança causadas pelas ações do grupo [terrorista] Boko Haram e outros grupos armados não estatais", referiu a OIM.