ONG alemã Sea-Watch socorre 147 migrantes ao largo da Líbia

Tripoli - A organização não-governamental (ONG) alemã Sea-Watch anunciou hoje ter resgatado 147 migrantes no mar Mediterrâneo ao largo da Líbia, na sequência de duas operações de resgate realizadas pelo navio 'Sea-Watch 3', noticiou a Lusa.

Na manhã de hoje, esta embarcação recolheu 102 migrantes que estavam num barco insuflável em perigo, anunciou a Sea-Watch na rede social 'Twitter', depois de na sexta-feira ter resgatado outros 45, incluindo 15 menores, que tentavam chegar à Europa por mar.
Todos estes migrantes estão sãos e salvos.


Segundo dados esta ONG, o 'Sea-Watch 3' já participou do resgate de mais de 3.000 migrantes desde Novembro de 2017.
Por sua vez a organização SOS Mediterrâneo, com sede em Marselha, relatou no início deste mês o resgate de mais de 400 pessoas que estavam a bordo do seu navio-ambulância, o 'Viking Ocean'.


Em 2020, mais de 1.200 migrantes morreram no Mar Mediterrâneo, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM).


Apesar da violência persistente na Líbia, desde a queda do governo de Muammar Kadafi em 2011, o país continua a ser uma importante plataforma de acesso à Europa para os migrantes que fogem da instabilidade de outros pontos de África e do Médio-Oriente.

 

Na manhã de hoje, esta embarcação recolheu 102 migrantes que estavam num barco insuflável em perigo, anunciou a Sea-Watch na rede social 'Twitter', depois de na sexta-feira ter resgatado outros 45, incluindo 15 menores, que tentavam chegar à Europa por mar.
Todos estes migrantes estão sãos e salvos.


Segundo dados esta ONG, o 'Sea-Watch 3' já participou do resgate de mais de 3.000 migrantes desde Novembro de 2017.
Por sua vez a organização SOS Mediterrâneo, com sede em Marselha, relatou no início deste mês o resgate de mais de 400 pessoas que estavam a bordo do seu navio-ambulância, o 'Viking Ocean'.


Em 2020, mais de 1.200 migrantes morreram no Mar Mediterrâneo, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM).


Apesar da violência persistente na Líbia, desde a queda do governo de Muammar Kadafi em 2011, o país continua a ser uma importante plataforma de acesso à Europa para os migrantes que fogem da instabilidade de outros pontos de África e do Médio-Oriente.