ONU nomeia senegalês para coordenador para o desenvolvimento no Sahel

  • Sede da ONU em Nova Iorque
Nova Iorque - O secretário-geral da ONU anunciou a nomeação do senegalês Abdoulaye Mar Dieye como coordenador especial para o desenvolvimento no Sahel, um novo posto destinado a combater as crises humanitárias e de segurança na região africana.

Abdoulaye Mar Dieye, que ficará sediado em Dakar, "é um macroeconomista e especialista em desenvolvimento com uma sólida experiência em desenvolvimento adquirida ao longo dos últimos 35 anos", anunciou António Guterres, num comunicado divulgado na quinta-feira.

O novo posto surge após resoluções adoptadas pela ONU que pediam "um compromisso colectivo e integrado reforçado na região do Sahel para travar a deterioração da situação, reconhecendo a interdependência das crises de segurança, humanitária e de desenvolvimento".

Abdoulaye Mar Dieye foi anteriormente conselheiro do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

No início de Dezembro, peritos responsáveis pela coordenação da segurança alimentar em 17 países da África Ocidental e do Sahel advertiram que a fome na região estava a aumentar, em paralelo, com o extremismo islâmico e a violência.

Se nada for feito, espera-se que o número de pessoas com fome atinja um recorde de até 24 milhões até ao verão, advertiram.

Abdoulaye Mar Dieye, que ficará sediado em Dakar, "é um macroeconomista e especialista em desenvolvimento com uma sólida experiência em desenvolvimento adquirida ao longo dos últimos 35 anos", anunciou António Guterres, num comunicado divulgado na quinta-feira.

O novo posto surge após resoluções adoptadas pela ONU que pediam "um compromisso colectivo e integrado reforçado na região do Sahel para travar a deterioração da situação, reconhecendo a interdependência das crises de segurança, humanitária e de desenvolvimento".

Abdoulaye Mar Dieye foi anteriormente conselheiro do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

No início de Dezembro, peritos responsáveis pela coordenação da segurança alimentar em 17 países da África Ocidental e do Sahel advertiram que a fome na região estava a aumentar, em paralelo, com o extremismo islâmico e a violência.

Se nada for feito, espera-se que o número de pessoas com fome atinja um recorde de até 24 milhões até ao verão, advertiram.