Onze membros das forças nigerianas de segurança mortos em ataques

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Abuja - Onze membros das forças de segurança da Nigéria foram mortos no nordeste do país em dois ataques atribuídos ao grupo jihadista Boko Haram, disserem fontes das forças armadas locais.

Uma caravana de caçadores locais recrutados pelo exército para a luta contra os jihadistas accionou uma mina na aldeia de Kaymala, a 10 quilómetros de Maiduguri, capital do Estado de Borno, epicentro da insurreição jihadista no nordeste do país.

"Sete caçadores morreram na explosão e outros nove ficaram feridos. O veículo explodiu numa mina quando perseguiam elementos do Boko Haram que tinham roubado um rebanho de bois", disse à agência France Presse o chefe de uma milícia pró-governamental, Babakura Kolo.

O ataque foi confirmado à AFP por outro miliciano de um grupo de autodefesa, Umar Ari.

Na segunda-feira, por sua vez, quatro soldados nigerianos morreram numa explosão causada por outra mina, perto da aldeia de Logomani, perto da fronteira com os Camarões, de acordo com duas fontes das forças de segurança.

As autoridades nigerianas têm recrutado caçadores locais ao longo dos últimos dois anos para ajudar os militares na sua luta contra o Boko Haram e a sua facção rival, o Estado Islâmico da África Ocidental, no nordeste do país.

O nordeste da Nigéria assiste, desde o início de Dezembro, a um aumento acentuado do número de ataques e só no fim-de-semana do Natal dezenas de lenhadores foram sequestrados perto de Gambrou, 11 pessoas foram mortas nas proximidades de Chibok e um padre foi raptado enquanto preparava uma celebração.

O Boko Haram e o grupo Estado Islâmico da África Ocidental, ambos bastante activos na região do Lago Chade, mataram pelo menos 36 mil pessoas e causaram dois milhões de refugiados desde o início da insurgência, em 2009.

Uma caravana de caçadores locais recrutados pelo exército para a luta contra os jihadistas accionou uma mina na aldeia de Kaymala, a 10 quilómetros de Maiduguri, capital do Estado de Borno, epicentro da insurreição jihadista no nordeste do país.

"Sete caçadores morreram na explosão e outros nove ficaram feridos. O veículo explodiu numa mina quando perseguiam elementos do Boko Haram que tinham roubado um rebanho de bois", disse à agência France Presse o chefe de uma milícia pró-governamental, Babakura Kolo.

O ataque foi confirmado à AFP por outro miliciano de um grupo de autodefesa, Umar Ari.

Na segunda-feira, por sua vez, quatro soldados nigerianos morreram numa explosão causada por outra mina, perto da aldeia de Logomani, perto da fronteira com os Camarões, de acordo com duas fontes das forças de segurança.

As autoridades nigerianas têm recrutado caçadores locais ao longo dos últimos dois anos para ajudar os militares na sua luta contra o Boko Haram e a sua facção rival, o Estado Islâmico da África Ocidental, no nordeste do país.

O nordeste da Nigéria assiste, desde o início de Dezembro, a um aumento acentuado do número de ataques e só no fim-de-semana do Natal dezenas de lenhadores foram sequestrados perto de Gambrou, 11 pessoas foram mortas nas proximidades de Chibok e um padre foi raptado enquanto preparava uma celebração.

O Boko Haram e o grupo Estado Islâmico da África Ocidental, ambos bastante activos na região do Lago Chade, mataram pelo menos 36 mil pessoas e causaram dois milhões de refugiados desde o início da insurgência, em 2009.