Portugueses detidos por tentarem viajar com testes falsos em Cabo Verde

Praia - A Policia Nacional (PN) de Cabo Verde informou, domingo, ter detido, dois dias antes, em flagrante delito, no aeroporto internacional da Praia, três cidadãos portugueses que tentavam embarcar para Portugal com testes PCR à covid-19 “com fortes indícios de ser fraudulentos”.

Num comunicado a PN explica, sem adiantar pormenores,  que "os três cidadãos portugueses foram detidos e apresentados às entidades judiciárias para os devidos efeitos processuais".

Portugal e Cabo Verde exigem, para a entrada nos seus respectivos territórios, testes PCR negativos à covid-19 realizados com pelo menos 72 horas de antecedência.

Ainda no mesmo dia, 02 de Abril, um outro cidadão, de nacionalidade portuguesa, foi detectado, no aeroporto internacional da Praia, a tentar sair do país com divisas não declaradas às autoridades competentes.

O montante em causa, que a PN não precisou, “encontrava-se dissimulado numa bagagem do passageiro”, apreendido por não terem sido seguidas “formalidades legais nacionais, no que tange a movimentação de divisas.”

“O cidadão a que foi apreendido o montante seguiu viagem com destino a Portugal, sendo que o valor apreendido foi remetido ao Banco de Cabo Verde para os devidos efeitos”, lê-se no documento.

Num comunicado a PN explica, sem adiantar pormenores,  que "os três cidadãos portugueses foram detidos e apresentados às entidades judiciárias para os devidos efeitos processuais".

Portugal e Cabo Verde exigem, para a entrada nos seus respectivos territórios, testes PCR negativos à covid-19 realizados com pelo menos 72 horas de antecedência.

Ainda no mesmo dia, 02 de Abril, um outro cidadão, de nacionalidade portuguesa, foi detectado, no aeroporto internacional da Praia, a tentar sair do país com divisas não declaradas às autoridades competentes.

O montante em causa, que a PN não precisou, “encontrava-se dissimulado numa bagagem do passageiro”, apreendido por não terem sido seguidas “formalidades legais nacionais, no que tange a movimentação de divisas.”

“O cidadão a que foi apreendido o montante seguiu viagem com destino a Portugal, sendo que o valor apreendido foi remetido ao Banco de Cabo Verde para os devidos efeitos”, lê-se no documento.