PM são-tomense representa país na cimeira regional em Libreville

São Tomé - O primeiro-ministro Jorge Bom Jesus deslocou-se hoje à capital gabonesa, Libreville, para participar na cimeira dos chefes de Estados da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) em representação do Presidente da República, Evaristo Carvalho.

"Essa cimeira é importante porque ela enquadra-se na reestruturação e reorganização no sentido de incutir uma maior dinâmica ao nível desta organização da nossa sub-região", disse Jorge Bom Jesus no aeroporto de São Tomé, momentos antes de embarcar.

O chefe do executivo de São Tomé e Príncipe, referiu ainda que vai aproveitar a sua estadia na capital gabonesa para abordar com os vários chefes de estados e de governos presentes "alguns dossiers importantes ao nível da sub-região".

"Há necessidade de se criar mecanismos e um ambiente de paz e segurança a nível da sub-região, mas também articularmos todas as sinergias no sentido de se garantir o desenvolvimento, nessa luta contra a pobreza e criar mais felicidade e bem-estar nos nossos países", disse Jorge Bom Jesus.

O primeiro-ministro que é portador de uma mensagem de Evaristo Carvalho ao seu homologo gabonês Ali Bongo considera ser também importante os intervenientes "trocarem experiências sobre como reforçar os laços de cooperação".

A presença física dos chefes de Estado nesta cimeira da CEEAC é tida como obrigatória, pois o evento vai ser marcada pela transição da presidência da organização de Libreville para Brazzaville.

"A presença física é importante para que uns e outros se olhem olhos nos olhos e promovam essa interação e vamos fazer tudo o que for necessário para estarmos à altura das expectativas", explicou.

O governo são-tomense vai defender nesta cimeira a necessidade da criação de um maior clima de paz e segurança, uma "condição muito importante para qualquer processo de desenvolvimento sustentável".

O relançamento da economia regional no pós-pandemia estará igualmente nas agendas dos chefes de estados e dos governos da sub-região da África Central.

"Essa cimeira é importante porque ela enquadra-se na reestruturação e reorganização no sentido de incutir uma maior dinâmica ao nível desta organização da nossa sub-região", disse Jorge Bom Jesus no aeroporto de São Tomé, momentos antes de embarcar.

O chefe do executivo de São Tomé e Príncipe, referiu ainda que vai aproveitar a sua estadia na capital gabonesa para abordar com os vários chefes de estados e de governos presentes "alguns dossiers importantes ao nível da sub-região".

"Há necessidade de se criar mecanismos e um ambiente de paz e segurança a nível da sub-região, mas também articularmos todas as sinergias no sentido de se garantir o desenvolvimento, nessa luta contra a pobreza e criar mais felicidade e bem-estar nos nossos países", disse Jorge Bom Jesus.

O primeiro-ministro que é portador de uma mensagem de Evaristo Carvalho ao seu homologo gabonês Ali Bongo considera ser também importante os intervenientes "trocarem experiências sobre como reforçar os laços de cooperação".

A presença física dos chefes de Estado nesta cimeira da CEEAC é tida como obrigatória, pois o evento vai ser marcada pela transição da presidência da organização de Libreville para Brazzaville.

"A presença física é importante para que uns e outros se olhem olhos nos olhos e promovam essa interação e vamos fazer tudo o que for necessário para estarmos à altura das expectativas", explicou.

O governo são-tomense vai defender nesta cimeira a necessidade da criação de um maior clima de paz e segurança, uma "condição muito importante para qualquer processo de desenvolvimento sustentável".

O relançamento da economia regional no pós-pandemia estará igualmente nas agendas dos chefes de estados e dos governos da sub-região da África Central.