Polícia do Tchad dispersa manifestações contra junta militar

N'Djamena - A polícia tchadiana dispersou hoje, com gás lacrimogéneo, algumas manifestações de dezenas de pessoas que protestaram em N'Djamena contra a junta militar que assumiu o poder após a morte do Presidente Idriss Déby Itno.

As autoridades militares proibiram esta sexta-feira reuniões agendadas pela Wakit Tamma, uma coligação de partidos de oposição e representantes da sociedade civil, que convocou manifestações contra o Conselho Militar de Transição (CMT), liderado pelo filho de Idriss Déby, Mahamat Idriss Déby, que concentra quase todos os poderes.

De acordo com a Agência France-Presse (AFP), a polícia está "fortemente destacada" nas ruas da capital e no 6.º distrito de N'Djamena, no sul da cidade, usou gás lacrimogéneo para dispersar uma tentativa de comício na First Africa Square.

A norte, no 5.º distrito, um pequeno grupo de manifestantes queimou bandeiras francesas, divulgou a AFP.

A França foi acusada pela oposição de apoiar o novo poder, depois de o Presidente Emmanuel Macron ter estado em N'Djamena para se encontrar com as novas autoridades, por ocasião do funeral do marechal Déby, tendo sido o único chefe de Estado ocidental a marcar presença.

Desde a morte do Presidente Déby, Mahamat Idriss Déby dissolveu a Assembleia Nacional e assumiu o título de Presidente da República, apoiado por 14 generais leais ao seu pai.

Em 27 de Abril, seis pessoas foram mortas em N'Djamena e no sul do Tchad, segundo as autoridades, nove segundo uma ONG local, durante manifestações convocadas pela oposição e pela sociedade civil, e proibidas pelas autoridades. Mais de 600 pessoas foram presas.

No último domingo, a junta militar instituiu por decreto um Governo de transição composto por 40 ministros e secretários de Estado, estando quase todos os cargos nas mãos de membros do Movimento de Salvação Patriótica (MPS), partido de Idriss Déby.

Dois membros do partido do adversário histórico do Marechal Déby, Saleh Kebzabo, entraram no Governo de transição.

As autoridades militares proibiram esta sexta-feira reuniões agendadas pela Wakit Tamma, uma coligação de partidos de oposição e representantes da sociedade civil, que convocou manifestações contra o Conselho Militar de Transição (CMT), liderado pelo filho de Idriss Déby, Mahamat Idriss Déby, que concentra quase todos os poderes.

De acordo com a Agência France-Presse (AFP), a polícia está "fortemente destacada" nas ruas da capital e no 6.º distrito de N'Djamena, no sul da cidade, usou gás lacrimogéneo para dispersar uma tentativa de comício na First Africa Square.

A norte, no 5.º distrito, um pequeno grupo de manifestantes queimou bandeiras francesas, divulgou a AFP.

A França foi acusada pela oposição de apoiar o novo poder, depois de o Presidente Emmanuel Macron ter estado em N'Djamena para se encontrar com as novas autoridades, por ocasião do funeral do marechal Déby, tendo sido o único chefe de Estado ocidental a marcar presença.

Desde a morte do Presidente Déby, Mahamat Idriss Déby dissolveu a Assembleia Nacional e assumiu o título de Presidente da República, apoiado por 14 generais leais ao seu pai.

Em 27 de Abril, seis pessoas foram mortas em N'Djamena e no sul do Tchad, segundo as autoridades, nove segundo uma ONG local, durante manifestações convocadas pela oposição e pela sociedade civil, e proibidas pelas autoridades. Mais de 600 pessoas foram presas.

No último domingo, a junta militar instituiu por decreto um Governo de transição composto por 40 ministros e secretários de Estado, estando quase todos os cargos nas mãos de membros do Movimento de Salvação Patriótica (MPS), partido de Idriss Déby.

Dois membros do partido do adversário histórico do Marechal Déby, Saleh Kebzabo, entraram no Governo de transição.