PR moçambicano exorta SADC a acelerar integração económica

  • Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi (Foto arquivo)
Maputo - O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, exortou hoje, 22, os estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a acelerarem a ratificação de protocolos essenciais à integração económica, apontando os desequilíbrios entre os países da organização como um obstáculo.

"O estabelecimento de uma união aduaneira que evolua para um mercado único e união monetária ainda constitui um desafio cujo desfecho urge acelerar" pelo que "será necessário continuar com o processo de ratificação de protocolos sobre comércio", declarou Filipe Nyusi.

O chefe de Estado moçambicano falava na abertura do primeiro fórum de negócios da SADC, que arrancou hoje na capital moçambicana.

A construção e desenvolvimento de infra-estruturas favoráveis à fluidez do comércio e serviços também é fundamental para a integração económica regional, acrescentou.

Os países da África Austral, prosseguiu, devem ultrapassar os desequilíbrios que caracterizam cada um dos Estados, como as profundas diferenças na estabilidade macroeconómica, desníveis no grau de industrialização, falta de complementaridade na estrutura e base produtiva e ineficiências na cadeia de valor.

"No caso específico de Moçambique e no que diz respeito ao sector privado, reiteramos o compromisso de realizar profundas reformas legais para a criação de um ambiente saudável aos negócios", enfatizou.

O chefe de Estado moçambicano lamentou a prevalência de barreiras administrativas no comércio entre os países da SADC, apontando entraves tributários, migratórios e no trânsito rodoviário.

Filipe Nyusi assinalou que o primeiro fórum de negócios da SADC acontece numa altura em que a África Austral e o mundo, em geral, sofrem os efeitos da pandemia de covid-19, que obrigou a medidas severas para assegurar o equilíbrio entre a saúde pública e a manutenção da capacidade produtiva.

O encontro entre os homens de negócios da SADC antecede a cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização, que se realiza na quarta-feira em Maputo, para debater uma resposta e apoio no combate ao terrorismo no norte de Moçambique.

Integram a organização 16 Estados: Moçambique, Angola, África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Essuatíni, República Democrática do Congo, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Namíbia, Seicheles, Tanzânia, Zâmbia e Comores.

"O estabelecimento de uma união aduaneira que evolua para um mercado único e união monetária ainda constitui um desafio cujo desfecho urge acelerar" pelo que "será necessário continuar com o processo de ratificação de protocolos sobre comércio", declarou Filipe Nyusi.

O chefe de Estado moçambicano falava na abertura do primeiro fórum de negócios da SADC, que arrancou hoje na capital moçambicana.

A construção e desenvolvimento de infra-estruturas favoráveis à fluidez do comércio e serviços também é fundamental para a integração económica regional, acrescentou.

Os países da África Austral, prosseguiu, devem ultrapassar os desequilíbrios que caracterizam cada um dos Estados, como as profundas diferenças na estabilidade macroeconómica, desníveis no grau de industrialização, falta de complementaridade na estrutura e base produtiva e ineficiências na cadeia de valor.

"No caso específico de Moçambique e no que diz respeito ao sector privado, reiteramos o compromisso de realizar profundas reformas legais para a criação de um ambiente saudável aos negócios", enfatizou.

O chefe de Estado moçambicano lamentou a prevalência de barreiras administrativas no comércio entre os países da SADC, apontando entraves tributários, migratórios e no trânsito rodoviário.

Filipe Nyusi assinalou que o primeiro fórum de negócios da SADC acontece numa altura em que a África Austral e o mundo, em geral, sofrem os efeitos da pandemia de covid-19, que obrigou a medidas severas para assegurar o equilíbrio entre a saúde pública e a manutenção da capacidade produtiva.

O encontro entre os homens de negócios da SADC antecede a cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização, que se realiza na quarta-feira em Maputo, para debater uma resposta e apoio no combate ao terrorismo no norte de Moçambique.

Integram a organização 16 Estados: Moçambique, Angola, África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Essuatíni, República Democrática do Congo, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Namíbia, Seicheles, Tanzânia, Zâmbia e Comores.